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A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro, seu ex-ajudante de ordens Mauro Cid, e outras 15 pessoas por suposta fraude em certificados de vacinação contra Covid-19. A investigação revela que dados falsos foram inseridos no sistema ConecteSUS com o objetivo de emitir comprovantes de imunização sem a realização das doses necessárias.

Esse esquema tinha como fim evitar restrições sanitárias no Brasil e em outros países. Entre os indiciados estão a filha de Bolsonaro, Laura, de 12 anos, membros da família Cid, políticos, militares e servidores públicos.
O inquérito aponta que comprovantes fraudulentos foram criados para Bolsonaro e sua filha, indicando a aplicação de duas doses da vacina Pfizer, quando, na verdade, ambos não foram vacinados. As autoridades também investigam a participação de intermediadores e facilitadores no esquema, como o deputado federal Gutemberg Reis (MDB-RJ) e o secretário de Governo de Duque de Caxias, João Carlos de Sousa Brecha, ambos com ações diretas na fraude.