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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou Dario Durigan como substituto de Fernando Haddad no comando do Ministério da Fazenda, em meio ao processo de saída do atual ministro para se dedicar ao cenário eleitoral de 2026. Atual secretário-executivo da pasta, considerado o “número 2” do ministério, Durigan já vinha sendo apontado como o nome mais provável para assumir a função.
A definição ocorre após semanas de declarações públicas e reportagens indicando que Haddad deixaria o cargo e que Durigan era o favorito para a sucessão, ainda que a decisão final sempre tenha sido tratada como prerrogativa do presidente.
Lula apresentou Dario Durigan como o próximo ministro da Fazenda, a partir da saída de Fernando Haddad
Foto: Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
A troca no comando da Fazenda ganhou força a partir de manifestações de Fernando Haddad sobre a intenção de deixar o ministério, com a expectativa de que o secretário-executivo Dario Durigan assumisse o posto. Na prática, ele já ocupava posição central na condução da agenda econômica, com atribuições confirmadas na página institucional da pasta.
A confirmação de que Lula escolheu Durigan consolida a transição em um momento em que o governo começa a se preparar para o ambiente eleitoral de 2026. A mudança no ministério vinha sendo tratada como um movimento esperado, mas cercado de atenção por envolver a área responsável por metas fiscais, receitas e gastos públicos.
Circula a informação de que o presidente teria anunciado a escolha em um evento em São Paulo, em uma quinta-feira de março de 2026. No entanto, essa circunstância específica ainda depende de checagem a partir de registro oficial do Palácio do Planalto ou da publicação original do veículo que atribuiu a Lula a fala pública.
O Ministério da Fazenda mantém Dario Carnevalli Durigan como secretário-executivo em sua composição oficial, indicando que ele já integra o núcleo de comando da pasta. Em registros de transparência do próprio ministério, no rol de responsáveis, Durigan aparece com designações relacionadas a “Ministro de Estado da Fazenda – Substituto” em períodos específicos.
Essas referências reforçam que ele já foi formalmente indicado para substituições administrativas em momentos anteriores, o que contribui para a percepção de continuidade na condução da política econômica com sua ascensão ao posto de ministro.
Do ponto de vista do governo federal, a escolha de Durigan tende a preservar uma linha de continuidade na equipe econômica. Como principal auxiliar de Haddad, ele participa da coordenação interna do ministério e acompanha de perto a formulação de medidas fiscais e tributárias.
Para o mercado e para o Congresso, a sucessão é monitorada com atenção, sobretudo porque 2026 é ano eleitoral e a Fazenda concentra decisões sobre metas fiscais, receitas, gastos e medidas de compensação. Esses temas costumam gerar atritos políticos e reações imediatas nos indicadores econômicos, o que aumenta o peso da definição do nome que comandará a pasta.
No cenário político de São Paulo, a saída de Haddad do ministério é associada a uma reorganização do tabuleiro eleitoral no estado. A movimentação pode ter impacto indireto na articulação do governo federal na principal unidade da federação, em um contexto em que alianças e candidaturas começam a ser redesenhadas.
Entre os próximos passos, um ponto central é verificar se houve publicação no Diário Oficial da União formalizando a troca no comando do Ministério da Fazenda, com a exoneração de Haddad e a nomeação de Durigan ou a edição de eventual decreto presidencial.
Também permanece no radar a divulgação de possível nota do Palácio do Planalto e a agenda oficial do presidente, que podem detalhar o ato de confirmação e o contexto político da escolha.
Além disso, será necessário acompanhar como se dará a transição interna na Fazenda: se haverá manutenção ou troca de secretários estratégicos e quais serão as sinalizações sobre prioridades fiscais e tributárias para 2026, em um cenário de disputa eleitoral e pressão sobre as contas públicas.
(3) BLOCO TÉCNICO (OBRIGATÓRIO, SEM TEXTO EXTRA ANTES/DEPOIS)