Coral Infantojuvenil da Fundação Aperam recebe fonoaudióloga para uma aula diferente

19/04/2019 08:55

O sussurrofone ajudou o grupo a conhecer melhor a sua própria voz

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Na última semana o Coral Infantojuvenil Aperam teve uma aula diferente, o ensaio do grupo transformou-se  em uma oficina de "sussurrofone" com a fonoaudióloga Luciana Ulhôa. Durante a oficina, os coralistas confeccionaram e aprenderam a utilizar este objeto, que possui uma forma simples mas traz grandes benefícios para melhoria da postura vocal e pronúncia das palavras. “A oficina auxilia as crianças que apresentam algum tipo de disfonia (alteração da voz), comum na infância e adolescência por causa do mal uso da voz. As crianças costumam falar muito alto e, quando cantam, sem perceber, colocam esforço além do necessário para emitir os sons, o que pode causar danos para a saúde vocal”, explica a maestrina Josiane Drumond.  

O sussurrofone ajudou o grupo a conhecer melhor a sua própria voz. “Nessa aula, além dos exercícios de semi-oclusão, usados para o fortalecimento e proteção dos músculos da laringe, o sussurrofone ajuda os alunos a escutarem a própria voz com nitidez e a terem um controle melhor dos sons que emitem”, explica Josiane.

SITE-1O sussurrofone ajudou o grupo a conhecer melhor a sua própria voz (Foto: Fundação Aperam Acesita)

De acordo com a fonoaudióloga, ações como essa podem melhorar ainda mais o desenvolvimento do coro, que é notório. “A ideia do sussurrofone é ampliar a voz e essa voz chegar ao ouvido da criança ou do adolescente, para que ele consiga cantar sem fazer esforço vocal, sem pressionar a laringe. Assim, pode ser evitado o risco de o coralista ter lesão na garganta. O instrumento ainda ajuda o aluno a perceber se está cantando afinado ou não”, conclui.

A parceria entre a fonoaudióloga Luciana Ulhôa e a maestrina Josiane Drumond vem desde o início dos trabalhos desenvolvidos pela musicista com o coral da Fundação.



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