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    Consumo de doces por adolescentes cresce 48% durante pandemia, diz pesquisa

    Opções de alimentos e produtos que substituem a sacarose auxiliam no emagrecimento, regulam o humor e ajudam na prevenção de doenças

    Por Plox

    19/05/2021 13h53 - Atualizado há 4 meses

    Diminuir a ingestão de açúcar não é uma tarefa fácil. Além do sabor considerado agradável, alimentos com alto teor de sacarose (popularmente conhecido como açúcar branco) funcionam como calmantes emocionais e, por isso, são consumidos em excesso durante momentos de tensão e preocupação, seja por crianças, jovens ou adultos. A pandemia e as incertezas geradas por ela podem acentuar ainda mais o abuso do ingrediente. Segundo recente pesquisa publicada no periódico científico Nutrients, que contou com a participação da Fiocruz, a porcentagem de adolescentes que consomem doces diariamente cresceu de 14% para 20,7% durante o período de isolamento social - um aumento de 48%, aproximadamente.

    Foto: Divulgação

     

    Seja nesta fase da vida, na infância ou na fase adulta, uma dieta balanceada e que priorize a redução do consumo do açúcar branco pode trazer diversas vantagens para o organismo - entre elas a perda de peso, a regulação do humor e a prevenção de doenças, como hipertensão, problemas cardiovasculares, obesidade e diabetes. Além disso, a baixa ingestão de sacarose ainda auxilia na saúde da pele e ajuda no equilíbrio do sistema nervoso. 

    De acordo com a gerente de pesquisa e desenvolvimento, Melissa Carpi, a busca por opções mais saudáveis já tem sido sentida pela indústria. “Em tempos como esse que estamos vivendo, as pessoas percebem a importância de adequar a alimentação. Então, cada vez mais, os alimentos saudáveis, orgânicos, integrais e com baixo teor de açúcar estão entrando na rotina das famílias que buscam a melhoria do bem-estar e o aumento da imunidade”, afirma.

    A indústria de alimentos tem investido em soluções alternativas à sacarose, com opções naturais e até mesmo de produtos que não possuem origem animal. “Além da preocupação com a saúde, a proveniência da comida e sua sustentabilidade têm feito parte do debate sobre alimentação”, acrescenta Melissa.


     

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