STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Dois ativistas do grupo Just Stop Oil pulverizaram tinta laranja em pedras do monumento Stonehenge, no sudoeste da Inglaterra, na manhã desta quarta-feira (19). A ação, que durou cerca de 40 segundos, foi realizada por Niamh Lynch, de 21 anos, e Rajan Naidu, de 73 anos. Eles foram presos pela polícia, e uma investigação foi aberta.

Reivindicações ambientais
O grupo Just Stop Oil reivindica ações do governo britânico para eliminar o uso de combustíveis fósseis até 2030. Em nota, o grupo declarou: "Temos que nos unir para defender a humanidade ou arriscaremos tudo. Exigimos que o nosso próximo governo assine um tratado juridicamente. Continuar a queimar carvão, petróleo e gás resultará na morte de milhões de pessoas". A tinta usada pelos ativistas era feita de farinha de milho laranja, que, segundo o grupo, será facilmente removida pela chuva.
Reações e consequências
O primeiro-ministro do Reino Unido, Rishi Sunak, condenou a ação, classificando-a como um "ato vergonhoso de vandalismo contra um dos monumentos mais antigos e importantes do mundo". A agência de preservação natural e cultural English Heritage está investigando se a tinta causou danos à estrutura. "Obviamente, isso é extremamente perturbador e nossos curadores estão investigando a extensão dos danos. Stonehenge permanece aberto ao público", afirmou a organização.
Histórico de protestos
Nos últimos dois anos, as manifestações do Just Stop Oil levaram o governo britânico a endurecer a lei sobre o direito de protesto. O grupo já promoveu ataques a obras de arte e interrompeu eventos esportivos e shows, intensificando suas ações para chamar a atenção sobre a crise climática e a necessidade de mudanças na política energética.