Ipatinga: Congresso de Educação reúne representantes de mais de 15 cidades de MG 

19/11/2019 17:43

O evento é uma realização da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Google, a empresa GetEdu e o Sistema de Ensino Aprende Brasil

Publicidade

Acontece desde essa segunda-feira (18), no teatro do Centro Cultural Usiminas e Ipaminas Esporte Clube, o Congresso “Educação em Ipatinga: Integrando as Diversas Inteligências”, com representantes de mais de 15 cidades de Minas Gerais. 

Na abertura oficial, o público foi agraciado com apresentações da banda de música da Escola Municipal Cantar e, também, do sósia do mundialmente conhecido Elvis Presley, interpretado na ocasião pelo artista Rogério Cordoni.

pmi-educaçãoFoto: divulgação

O prefeito Nardyello Rocha reforçou a importância da cidade sediar um evento de tamanha envergadura. “O tema abordado no primeiro dia do congresso, Educação em Foco, tem tudo a ver com o momento que a cidade está vivendo, porque a atual gestão mantém, concretamente, um olhar diferenciado e especial para a educação. Isso porque acredito que somente haverá mudanças na sociedade se investirmos nos estudos das nossas crianças. E assim temos feito. Aumentamos o número de estudantes em Tempo Integral de 1.000 para 5.500 e há pouco implantamos o reconhecimento facial, por meio do qual o aluno chega à sala de aula e faz seu registro de presença diante de um aparelho. Enfim, não temos medido esforços para elevar a educação de Ipatinga a um nível de excelência nacional, e esse evento que conta com parceiros renomados também é uma comprovação dessa linha de trabalho”, disse.

pmi-educação-2Foto: divulgação

Também estiveram na abertura oficial do Congresso os prefeitos Marcos Vinícius Bizarro (Coronel Fabriciano) e Luzia Teixeira (Santana do Paraíso), além da secretária de Educação de Ipatinga, Eva Sônia Rodrigues. 

O evento é uma realização da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Google, a empresa GetEdu e o Sistema de Ensino Aprende Brasil. 

Palestras
As palestras do congresso tiveram como um dos objetivos proporcionar um novo estágio de evolução aos educadores e demais agentes da comunidade escolar, além de colocar em evidência o novo modelo de educação sintonizado com as novas tendências mundiais e tecnológicas. 

O primeiro a palestrar no Centro Cultural foi o professor Robson Lima, referência em palestra-show, especialista em Língua Portuguesa, Literatura, Leitura de Múltiplas Linguagens, Relacionamento Interpessoal e Crítico Literário. Em seguida foi à vez do jornalista e professor livre-docente na área de Ética da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP), doutor Clóvis de Barros Filho. Ele abordou o tema “A Vida Que Vale a Pena Ser Vivida”, que é também o título de uma de suas importantes obras. 

No Ipaminas Esporte Clube, o professor Robson Lima se apresentou novamente e abordou o tema “Decifra-me ou devoro-te”. O foco de sua mensagem é um alerta aos professores sobre como anda o desempenho acadêmico, de que forma cada área do conhecimento e cada segmento de ensino pode atuar para evitar que o leitor seja devorado pelo analfabetismo funcional. O conteúdo também auxilia os educadores a mostrar aos alunos o mundo por detrás das letras, multiplicando os resultados de compreensão. 

Exposição 
O congresso também foi uma forma encontrada pela Secretaria de Educação de comemorar e homenagear os professores pelo dia dedicado à profissão, que é celebrado no calendário cívico de datas no mês de outubro. E para valorizar e reconhecer ainda mais o trabalho dessas profissionais da rede municipal, durante a programação no Ipaminas um grupo de escritoras independentes da região expôs suas obras ao público. 

Formado por professores da ativa e também aposentados, o grupo de cerca de 30 autoras, conhecido como Escritores do Vale, montou estandes e divulgou livros especialmente destinados ao público infantil. 

“Ficamos muito felizes de receber o convite da Secretaria de Educação para participar desta exposição, porque tivemos a oportunidade de apresentar os nossos trabalhos num ambiente bastante amplificado. A obra precisa chegar até as escolas, para se comunicar com o público a que se dirige, senão do que adianta a publicação dos livros? Gratidão é a palavra que define esse momento”, disse a professora de História da rede municipal e autora de cinco livros, Roberta Rocha. 
 



Publicidade