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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta quinta-feira (19), o texto-base da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 45/24), que integra o pacote fiscal do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A proposta, que busca conter o crescimento de despesas obrigatórias, recebeu 344 votos favoráveis, 154 contrários e 2 abstenções no primeiro turno.

A PEC, considerada essencial pela equipe econômica do governo, ainda passará por um segundo turno na Câmara antes de seguir para apreciação no Senado Federal. A previsão é que essa etapa ocorra até sexta-feira (20), último dia de atividades legislativas antes do recesso parlamentar.
Regra para aprovação e tramitação no Senado
Para ser aprovada, a PEC necessita de, no mínimo, ⅗ dos votos em ambas as Casas Legislativas: 308 deputados na Câmara e 49 senadores. Caso o texto receba modificações no Senado, ele retornará à Câmara para nova análise, conforme prevê o rito legislativo. Entretanto, a tendência é que o Senado mantenha o texto como aprovado pelos deputados.
Mudanças apresentadas pelo relator
O relator da proposta, deputado Moses Rodrigues (União Brasil-CE), realizou alterações significativas no texto original do governo, especialmente nos pontos que envolvem o Fundeb e os supersalários.
Supersalários e verbas indenizatórias
Alteração no teto salarial
Fundeb e educação integral
Objetivo do pacote fiscal e impacto esperado
O pacote fiscal busca conter o avanço das despesas obrigatórias, como gastos com pessoal e programas sociais, para abrir espaço para despesas discricionárias – aquelas cuja execução depende de decisão governamental.
A equipe econômica estima que as medidas da PEC 45/24 poderão gerar uma economia de R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, reforçando a política de responsabilidade fiscal.
Tramitação acelerada e emenda conjunta
Para agilizar a aprovação, a PEC 45/24 foi analisada em conjunto com a PEC 31/07, que aborda temas relacionados. A emenda apresentada por Moses Rodrigues contou com apoio das principais lideranças partidárias.