Polícia Civil resgata juiz sequestrado na Zona Oeste de São Paulo
Magistrado do Tribunal de Impostos e Taxas foi levado por criminosos na Avenida Rebouças e libertado em operação da 2ª DAS e Garra; cinco suspeitos foram presos
20/01/2026 às 08:44por Redação Plox
20/01/2026 às 08:44
— por Redação Plox
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A Polícia Civil de São Paulo libertou, na manhã desta terça-feira (20), um juiz do Tribunal de Impostos e Taxas (TIT), vinculado à Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), que havia sido sequestrado. Cinco suspeitos foram presos durante a operação.
O TIT é responsável pelo julgamento de processos administrativos tributários e é composto por juízes representantes da Fazenda e por juízes representantes dos contribuintes.
Polícia liberta de cativeiro um juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de SP e prende 5 sequestradores
Foto: Reprodução/Dope
Sequestro em área nobre da Zona Oeste
O juiz e auditor fiscal Samuel de Oliveira Magro foi levado por criminosos na noite de domingo (18), quando estava na Avenida Rebouças, próximo à Rua Oscar Freire, em uma das áreas mais valorizadas da Zona Oeste da capital. De lá, ele foi levado para um cativeiro localizado na divisa entre São Paulo e Osasco.
Palavra-chave permitiu acionar a polícia
De acordo com o registro policial, o alerta às autoridades foi dado pelo companheiro do magistrado, Paulo, após receber uma ligação em que Samuel utilizou uma palavra-chave previamente combinada pelo casal, indicando que estaria em situação de sequestro.
Paulo relatou aos policiais que o síndico do prédio onde a vítima mora recebeu uma mensagem do próprio Samuel autorizando a entrada em seu apartamento para uma vistoria. O procedimento não era comum, e a suspeita é de que a autorização tenha sido enviada sob coação. Não foram encontrados sinais de invasão no imóvel.
Atuação da polícia e prisão dos suspeitos
A operação de resgate foi conduzida por agentes da 2ª Delegacia Antissequestro (DAS/DOPE) e do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). Os cinco detidos serão encaminhados à DAS, que funciona no prédio do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), na região central de São Paulo.