Juliana agredida com 61 socos passa por nova reconstrução facial e mostra resultado
Vítima sofreu múltiplas fraturas e foi submetida a osteossíntese no HUOL; caso é tratado como tentativa de feminicídio em Natal (RN)
20/02/2026 às 10:18por Redação Plox
20/02/2026 às 10:18
— por Redação Plox
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Juliana Garcia dos Santos, vítima de uma agressão brutal em que levou 61 socos do ex-namorado Igor Eduardo Pereira Cabral, passou por uma nova cirurgia de reconstrução facial e compartilhou o resultado das intervenções feitas para reparar os danos causados pelo ataque.
A jovem sofreu múltiplas fraturas no rosto e chegou a ficar com o semblante desfigurado, o que a levou a ser submetida a um procedimento cirúrgico de osteossíntese, técnica usada para estabilizar e reconstruir estruturas ósseas após traumas graves.
Mulher agredida com 61 socos pelo namorado mostra resultado de reconstrução facial
Foto: (Reprodução/Instagram @julianagarcia.br)
Cirurgia complexa e equipe multidisciplinar
A cirurgia foi realizada no Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL) por uma equipe multidisciplinar formada por cirurgiões-dentistas especializados em cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial, anestesistas e profissionais de enfermagem. O procedimento teve como foco a recuperação funcional e estética do rosto de Juliana após as fraturas provocadas pela agressão.
Mulher agredida com 61 socos pelo namorado mostra resultado de reconstrução facial
Foto: (Reprodução/Instagram @julianagarcia.br)
Agressão no elevador e prisão do ex-namorado
O ataque ocorreu em 26 de julho do ano passado, dentro do elevador de um condomínio em Ponta Negra, em Natal (RN), e foi registrado pelas câmeras de segurança do prédio. As imagens mostraram a sequência de violência que deixou a vítima com ferimentos graves.
Igor, ex-jogador de basquete e estudante, foi preso preventivamente após o episódio. Ele alegou ter sofrido uma crise de claustrofobia dentro do elevador e afirmou que, durante o surto, Juliana teria o xingado e rasgado sua camisa.
Violência em 36 segundos
De acordo com a investigação, Juliana foi atacada com 61 socos em uma ação que durou cerca de 36 segundos, no trajeto do 16º andar até o térreo do prédio. Ela relatou que o ex-namorado teria agido por ciúmes, e o caso é tratado pela polícia como tentativa de feminicídio.