STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
O preço médio do diesel comum vendido no Brasil subiu para R$ 7,26 por litro nesta semana, um aumento de R$ 0,46 em relação aos R$ 6,80 registrados no levantamento anterior da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). A variação representa alta de 6,76% em apenas sete dias.
Os dados constam no levantamento semanal de preços da ANP, divulgado nesta sexta-feira (20). É a terceira semana consecutiva de avanço nos valores do combustível. Na semana anterior, o diesel comum já havia registrado forte salto, de 11,84%.
Resultado mostra alta pela terceira semana seguida em meio a incertezas com conflito no Oriente Médio.
Foto: Reprodução / Agência Brasil.
Diesel S10 e gasolina também ficam mais caros
O diesel S10, versão considerada mais limpa do combustível, teve preço médio de R$ 7,35 nesta semana, com alta de 6,67% frente aos R$ 6,89 observados no levantamento anterior.
A gasolina comum também subiu. O litro passou a custar, em média, R$ 6,65, após acréscimo de R$ 0,21, o que corresponde a um avanço de 2,94% na comparação semanal.
Já a gasolina aditivada teve o preço médio verificado em R$ 6,84, ante R$ 6,66 na semana passada. A diferença de R$ 0,18 por litro representa aumento de 2,70% em uma semana.
A alta nos preços de todos os combustíveis ocorre em um cenário de instabilidade nas cotações do petróleo, influenciado pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, que alimenta incertezas no Oriente Médio e no mercado internacional de energia.
Para tentar atenuar o impacto dessa volatilidade sobre o consumidor brasileiro, o governo federal zerou impostos federais incidentes sobre os combustíveis e concedeu uma subvenção ao diesel, com a expectativa de gerar um alívio de R$ 0,64 por litro nas bombas.
Mesmo com essas medidas, porém, o preço médio dos combustíveis no país vem registrando aumento nas últimas três semanas, indicando que a pressão externa segue predominando na formação dos valores repassados aos motoristas.