Copa do Mundo de 2030 terá jogos em seis países e celebrará 100 anos do torneio

Espanha, Portugal e Marrocos serão as sedes principais, enquanto Uruguai, Argentina e Paraguai receberão partidas inaugurais.

20/07/2026 às 18:59 por Redação Plox

A edição de 2030 da Copa do Mundo será disputada em seis nações de três continentes: Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai. Previsto para ocorrer de 8 de junho a 21 de julho, o torneio terá uma configuração especial para celebrar o centenário da primeira competição, realizada em 1930.


ASSISTA A TRANSMISSÃO AO VIVO DIRETO DOS ESTÚDIOS PLOX.

Vídeo: Plox Brasil

A candidatura conjunta de Espanha, Portugal e Marrocos assegurou aos três países a condição de sedes principais. No entanto, a programação também reservará partidas inaugurais na América do Sul, em referência à edição histórica vencida pelo Uruguai há um século.

Abertura celebra origem do torneio

O Uruguai receberá a cerimônia de abertura e o primeiro jogo da Copa de 2030. A escolha reconhece o fato de o país ter sediado o Mundial inaugural e conquistado o primeiro título da história do torneio.

A Argentina, que foi finalista e vice-campeã em 1930, jogará em casa sua primeira partida na competição. Já o Paraguai será palco da estreia de sua seleção na fase de grupos, em razão de abrigar a sede da Confederação Sul-Americana de Futebol, a Conmebol.

Um jogo será disputado no Paraguai em reconhecimento ao papel do Paraguai como sede da Conmebol, a primeira e única confederação existente na época da edição de 1930

Fifa

Classificação e formato em debate

Com a definição das partidas nos seis territórios, todos os países anfitriões já estão garantidos no Mundial. Argentina, Uruguai e Paraguai terão classificação automática dentro da distribuição de vagas sul-americanas. Espanha e Portugal entram pela cota europeia, enquanto Marrocos fica com a vaga vinculada à Confederação Africana de Futebol, a CAF.

Essa definição, porém, não deve reduzir o número de lugares disponíveis aos demais países da América do Sul nas eliminatórias. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, avalia elevar o total de participantes para 64 seleções, embora ainda não exista uma decisão confirmada.

Após a final que deu o título à Espanha, Infantino afirmou, ainda no gramado, que o formato com 48 equipes havia sido um sucesso. Se a nova expansão for aprovada, a fase de 16-avos de final passará a integrar o torneio e poderá ampliar o espaço para seleções menores ou sem tradição.

O modelo também pode abrir caminho para campanhas surpreendentes, como a de Cabo Verde, mas tende a incluir equipes menos competitivas. Curaçao, Iraque e Uzbequistão, por exemplo, não conquistaram vitórias.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a