PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL)
A pesquisa, conduzida por cientistas do Laboratório Europeu de Biologia Molecular (EMBL), na Alemanha, utilizou uma técnica que permite observar essas interações diretamente em células infectadas intactas, evitando limitações de métodos anteriores que analisavam células rompidas em laboratório.
Estudo mostra como vírus da gripe altera células humanas para se multiplicar
Foto: Foto: Prefeitura de Maceió
Duas estratégias do vírus
O estudo identificou duas formas importantes pelas quais o vírus assume o controle da célula. A primeira envolve a hemaglutinina, proteína localizada na superfície do vírus que permite sua entrada nas células. Os pesquisadores descobriram que proteínas da própria célula ajudam essa molécula a adquirir a forma correta para que o vírus continue seu ciclo de multiplicação.
A segunda estratégia envolve pequenas estruturas presentes no núcleo celular, chamadas paraspeckles. A equipe observou que o vírus faz essas estruturas se desmancharem, liberando proteínas que passam a ser usadas na produção de novas cópias do vírus. Segundo os pesquisadores, a destruição dessas estruturas também pode enfraquecer parte das defesas naturais da célula contra a infecção.
Próximos passos
Os autores afirmam que a metodologia utilizada poderá ser aplicada ao estudo de outros vírus, incluindo aqueles com potencial para causar futuras pandemias, como o H5N1.
De acordo com a equipe, compreender em detalhes como vírus e células humanas interagem pode ajudar a identificar novos alvos para medicamentos capazes de impedir a multiplicação viral e tornar os tratamentos mais eficazes
Os pesquisadores também empregaram uma versão adaptada do sistema de inteligência artificial AlphaFold para reconstruir, por meio de modelos computacionais, a forma como proteínas virais e humanas se conectam. Segundo os autores, os resultados ampliam o entendimento sobre o processo de infecção e podem contribuir para o desenvolvimento de novos medicamentos e vacinas contra a gripe.