Entenda por que Mounjaro e Wegov podem estar relacionados a mortes por pancreatite
Agência britânica cita casos associados a agonistas de GLP-1 e GIP/GLP-1 e orienta atenção a sintomas como dor abdominal intensa, náuseas e vômitos
Aos 30 anos, Dayanara revelou nas redes sociais o espanto ao descobrir que estava na lista de desaparecidos da Polícia Civil do Paraná por mais de uma década. Em um vídeo, ela explicou que a situação veio à tona quando, após perder sua carteira de identidade, tentou registrar um boletim de ocorrência na delegacia. O policial que a atendeu informou que, segundo os registros, ela estava desaparecida desde que tinha 13 anos.

Na época, em 2008, Dayanara fugiu de casa, onde morava com uma tia, e a familiar prontamente registrou o desaparecimento. No entanto, a jovem retornou após poucos dias e seguiu sua vida sem que a polícia fosse informada do seu retorno.
Vida normal, apesar do "desaparecimento"
Durante os anos em que constava como desaparecida, Dayanara viveu normalmente: tirou sua carteira de motorista, se casou, teve filhos, fez passaporte e realizou diversas atividades sem que o suposto desaparecimento fosse mencionado. Surpreendida pela descoberta, ela precisou ir à Delegacia de Proteção à Pessoa para informar que estava viva e não desaparecida.
Reflexão sobre o descaso
Ao final do vídeo, Dayanara questionou o descaso com seu caso. “Eu fico pensando: e se realmente eu tivesse desaparecida? 11 anos em uma lista de pessoas desaparecidas e ninguém foi atrás, ninguém deu a mínima?”, disse.