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O julgamento de três acusados de tentativa de homicídio qualificado movimenta o Fórum de Inhapim nesta segunda-feira. O caso envolve Célio Luiz Soares, Dioleno Sílvio Teodoro e Fábio Francisco Ribeiro, que respondem a diversas acusações após episódio ocorrido em São Domingos das Dores, no ano passado.
Três acusados são submetidos a julgamento por tentativa de homicídio qualificado em Inhapim.
Segundo denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), os réus são investigados não apenas pela tentativa de homicídio, mas também por porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e coação no curso do processo, conforme as condutas atribuídas individualmente.
Célio Luiz Soares foi apontado pelas autoridades como mandante do crime. A motivação seria ciúmes de sua ex-esposa, atualmente casada com a vítima. A execução dos disparos, segundo o MPMG, ficou a cargo de Dioleno Sílvio Teodoro, que teria agido mediante promessa de recompensa e ainda ameaçado posteriormente a vítima, resultando em acusação adicional de coação durante o processo.
De acordo com as investigações, Fábio Francisco Ribeiro teria atuado dando suporte na localização e vigilância da vítima, colaborando para viabilizar a ação criminosa.
O crime foi registrado em 15 de dezembro de 2024, em um bar na Rua Alcino Martins de Paiva, Centro de São Domingos das Dores. No local, Dioleno Sílvio Teodoro teria feito disparos com arma de fogo contra Weliton Gonçalves de Sousa, que conseguiu reagir e escapar ileso do atentado.
O Ministério Público destaca que a tentativa de homicídio envolveu motivo torpe, promessa de recompensa e métodos que dificultaram a defesa da vítima.
Se condenados, os réus podem enfrentar penas que somadas ultrapassam 30 anos de reclusão, considerando a gravidade e o conjunto das acusações apresentadas pelo Ministério Público.
O Tribunal do Júri é a expressão mais direta da Justiça feita pela sociedade. Atuamos para que crimes graves, praticados com frieza e motivação torpe, não fiquem impunes. A resposta firme do sistema de Justiça é essencial para a preservação da ordem pública e da paz social em nossa comarca. – Promotor de Justiça Jonas Junio Linhares Costa Monteiro