Imagens mostram técnicos aplicando substância que matou três pacientes em UTI do DF

Imagens de câmeras de segurança do Hospital Anchieta, em Taguatinga, registram técnicos de enfermagem usando login de médica ausente, manipulando possível desinfetante e aplicando injeções letais em pacientes; três profissionais foram presos e outra técnica responde por homicídio doloso qualificado

21/01/2026 às 13:29 por Redação Plox

Imagens obtidas pelo portal Metrópoles registram o momento em que técnicos de enfermagem aplicam as substâncias que mataram três pacientes na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Anchieta, em Taguatinga (DF).

As gravações das câmeras de segurança mostram o técnico de enfermagem Marcos Vinicius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, acessando o sistema do hospital com o login de uma médica que não estava de plantão, prescrevendo uma substância letal, retirando o medicamento na farmácia e, em seguida, aplicando injeções intravenosas nos pacientes.


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles


Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Imagens obtidas pelo Metrópoles mostram o momento em que os técnicos de enfermagem aplicam substâncias que mataram três pacientes

Foto: Material cedido ao Metrópoles

Imagens mostram manipulação de substância letal

Outra envolvida, a técnica de enfermagem Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos, também aparece em uma das imagens manuseando a substância suspeita na farmácia da unidade. O produto está envolto em um pacote de cor laranja.

Em um dos registros, Marcos aplica o conteúdo no paciente e, logo depois, observa a equipe médica realizar manobras de ressuscitação na tentativa de reverter a parada cardíaca.

De acordo com a apuração, o técnico de 24 anos teria aplicado desinfetante pelo menos dez vezes em um dos pacientes internados.

Mortes em série na UTI do Hospital Anchieta

Duas das mortes atribuídas aos técnicos de enfermagem ocorreram em 17 de novembro. A terceira foi registrada em 1º de dezembro, também na UTI do Hospital Anchieta.

Marcos Vinícius, Marcela Camilly e Amanda Rodrigues de Sousa foram presos sob acusação de matar ao menos três pacientes dentro da unidade de terapia intensiva. Além deles, uma quarta técnica de enfermagem responde a processo por homicídio doloso qualificado.

Investigados confessam, mas não explicam motivação

Inicialmente, os presos tentaram negar a participação direta nas mortes e alegaram que apenas cumpriam prescrições médicas. Após serem confrontados com as imagens e demais provas reunidas pela investigação, os técnicos não demonstraram arrependimento e teriam mantido postura de completa frieza, conforme relato da autoridade policial.

Ao confessarem o envolvimento nos homicídios, os investigados não apresentaram qualquer explicação para a motivação dos crimes.

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