CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
O tema da baixa testosterona voltou ao centro das atenções após o ex-presidente Jair Bolsonaro revelar, em entrevista, que enfrentou o problema e chegou a considerar o uso de reposição hormonal. A situação é mais comum do que se imagina e pode atingir milhões de homens em todo o Brasil.
A testosterona é fundamental para a saúde masculina, influenciando desde a libido até a disposição física e mental. Com o passar dos anos, fatores como estresse, estilo de vida e envelhecimento natural podem levar à queda dos níveis hormonais, provocando sintomas como cansaço extremo, fadiga, baixa concentração e perda do desejo sexual.
Apesar de esses sinais muitas vezes serem atribuídos a outras condições, como depressão ou obesidade, especialistas alertam para a possibilidade de se tratar de um déficit hormonal subdiagnosticado. “É comum vermos pacientes sendo tratados para depressão quando, na verdade, o problema está na deficiência de testosterona. Isso também ocorre com obesos, que podem ter alterações hormonais não identificadas”, explica o médico Lucas Penchel, que estudou o tema em seu mestrado.
Foto: Freepik Entre as alternativas de tratamento, a reposição hormonal pode ser feita por meio de injeções, cremes e os chamados implantes hormonais — popularmente conhecidos como “chip de testosterona”. O método consiste na inserção subcutânea de um pequeno implante que libera o hormônio gradualmente no corpo, promovendo melhora na energia, bem-estar e desempenho físico e sexual.
Contudo, especialistas enfatizam que o uso do chip deve ser feito com acompanhamento médico rigoroso. “A deficiência de testosterona afeta não apenas a libido, mas também o metabolismo, a saúde mental e a massa muscular. Por isso, o tratamento precisa ser personalizado, com base em exames e avaliações criteriosas”, reforça o Dr. Lucas Penchel.
Embora a terapia de reposição hormonal possa trazer benefícios significativos à qualidade de vida, o uso do chip de testosterona exige responsabilidade. O acompanhamento médico é essencial para avaliar riscos, contraindicações e garantir a eficácia e a segurança do tratamento.