STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Em uma ação conjunta que envolveu as forças policiais Civil, Militar, Penal de Minas Gerais e a Polícia Federal, foi desbaratada uma organização criminosa acusada de um esquema fraudulento de venda de imóveis. As ações da quadrilha tiveram como alvo imóveis desocupados e em processo de leilão pelo governo federal, resultando em um prejuízo estimado em mais de R$ 10 milhões.

Detalhes da Operação Fantoche
Quatro suspeitos foram detidos preventivamente nas localidades da Grande Belo Horizonte e em Itaobim, no Vale do Jequitinhonha. As prisões ocorreram no âmbito da Operação Fantoche, implementada pela Polícia Federal com o apoio das forças policiais estaduais.
Paralelamente, 16 mandados de busca e apreensão foram executados como parte da operação. A lista de acusações contra o grupo inclui estelionato, falsidade ideológica, esbulho possessório (perda de posse sob violência, clandestinidade ou precariedade) e lavagem de dinheiro.
Modus Operandi da Quadrilha
As investigações indicam que o grupo criminoso estabelecia posse sobre imóveis temporariamente desocupados e em trâmite de leilão pelo governo federal. Os imóveis eram então vendidos aos compradores desavisados, que se tornavam vítimas da fraude. Para dar aparência de legalidade à transação, eram forjados contratos de compra e venda.
Foi revelado ainda que a quadrilha realizava transações imobiliárias por valores significativamente superiores à capacidade financeira dos compradores.
Após as prisões, os detidos foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, de onde serão removidos para um presídio.