PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Equipe Neuralbots está em Markham, Ontário, competindo até esta terça-feira (21).
Foto: Divulgação.
Batizada de Neuralbots, a equipe brasileira participa da 31ª edição do torneio, sediado no Markham Pan Am Centre e no campus da York University, na região de Toronto. As atividades começaram em 17 de julho.
O robô levado ao campeonato foi criado ao longo de meses por alunos de Ciência da Computação e Sistemas de Informação. O trabalho envolveu o desenvolvimento, a programação e a construção do equipamento, com acompanhamento de professores da UniÚnica.
A iniciativa teve início em salas de aula e laboratórios da instituição e se consolidou como uma equipe preparada para competir contra representantes de universidades de diferentes partes do mundo. Os integrantes viajaram ao Canadá na semana passada, onde realizaram os ajustes finais e testes antes das disputas.
A edição deste ano é organizada pela Canadian National Robotics Society (CNRS) em parceria com a Federation of International RoboSports Association (FIRA). Fundada na Coreia do Sul em 1996, a FIRA é reconhecida como a mais antiga competição de robótica do mundo.
31ª edição do campeonato mundial de robótica reúne mais de mil participantes de mais de 20 países
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Para o professor Willian Sabino, orientador da Neuralbots, a presença da equipe na Copa do Mundo de Robótica representa uma realização compartilhada com os estudantes, que passaram a ter acesso a oportunidades que ele próprio não teve.
O aluno de Ciência da Computação Daniel Pires destacou que é a primeira pessoa de sua família a viajar para fora do país. Segundo ele, a dedicação ao projeto tornou possível essa experiência, ao mesmo tempo em que ampliou a responsabilidade de representar a UniÚnica em uma competição internacional.
A participação no evento aproxima os estudantes de uma vivência prática em escala global durante a graduação. A UniÚnica afirma que pretende seguir investindo em iniciativas ligadas à robótica, à inteligência artificial e à automação, além de buscar presença em novas competições nos próximos semestres.