Lula defende divulgação integral de dados das investigações sobre o Banco Master
Presidente criticou vazamentos seletivos e cobrou transparência para todos os envolvidos no caso, em meio a tensões no STF.
Quatro pessoas morreram de meningite nos oito primeiros meses de 2026 em Ipatinga, superando os três óbitos ocorridos em todo o ano passado. Os dados são da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), atualizados até esta sexta-feira (21) de agosto. A meningite bacteriana foi a prevalente entre os casos letais e a vacina está disponível no SUS pelo Programa Nacional de Vacinação. PLOX recebe no estúdio o médico infectologista Pedro Mendes para falar sobre a importância da vacinação, outras formas de prevenção, sintomas e tratamento. Acompanhe ao vivo.
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Embora o total de mortes tenha aumentado, a quantidade de diagnósticos permanece igual na comparação entre 2026 e 2025: foram 28 casos em cada ano. Entre as ocorrências fatais, predominou a meningite bacteriana, forma para a qual há vacinação oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS), dentro do Programa Nacional de Vacinação.

Foto: SES / MG
O médico infectologista Pedro Mendes participa ao vivo do estúdio da PLOX para abordar a relevância da imunização, os sinais da doença, as possibilidades de tratamento e outras medidas preventivas.

Foto: SES / MG
A meningite provoca inflamação nas membranas que revestem o cérebro e a medula espinhal. O quadro pode ter origem viral, fúngica ou bacteriana, com diferentes níveis de gravidade.
Entre os tipos causados por bactérias, a meningite meningocócica é apontada como a mais perigosa. Ela é provocada pela Neisseria meningitidis e se caracteriza pela evolução acelerada e pelo elevado risco de morte.

Foto: Ascom Prefeitura / Lucas do Rio Verde
A vacinação contra as formas bacterianas é disponibilizada pelo SUS, especialmente para crianças e grupos especiais.