Polícia prende suspeito de envolvimento na morte de fundador da Igreja de Lúcifer no Ceará

Luciano Victor Melo de Sousa, conhecido como Bruxo Paulo Padilha, foi baleado em Fortaleza; a motivação e a possível participação de outras pessoas são investigadas.

21/08/2026 às 09:52 por Redação Plox

A polícia prendeu um suspeito de envolvimento no assassinato de Luciano Victor Melo de Sousa, de 38 anos, conhecido como Bruxo Paulo Padilha, fundador de uma Igreja de Lúcifer em Fortaleza. A prisão representa o primeiro avanço divulgado na investigação do ataque ocorrido na manhã de quinta-feira (20), no bairro de Fátima, na capital cearense. A informação sobre a captura foi divulgada pelo g1 nesta sexta-feira (21). 



Suspeito de matar fundador da Igreja de Lúcifer é preso no Ceará.

Vídeo: Reprodução


Até a noite de quinta-feira, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS) ainda não havia informado a prisão de envolvidos. O caso está sob investigação da 5ª Delegacia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Paulo Padilha foi morto ao parar em oficina

Luciano Victor estava em um carro acompanhado de outro homem quando parou em uma oficina mecânica, no cruzamento da Avenida 13 de Maio com a Rua Barão do Rio Branco, para consertar um pneu. Enquanto eles aguardavam o atendimento, um motociclista se aproximou e efetuou disparos contra os dois, segundo relatos de testemunhas divulgados após o crime. 


Paulo Padilha foi morto ao parar em oficina.

Foto: Reprodução


Paulo Padilha foi atingido e morreu no local. O homem que estava com ele também foi baleado e encaminhado ao Instituto Doutor José Frota (IJF). As primeiras informações apontavam que ele estava em estado grave e utilizava tornozeleira eletrônica.

A vítima era conhecida nas redes sociais como Bruxo Paulo Padilha e se apresentava como fundador da primeira Igreja de Lúcifer do Ceará. O templo funciona no bairro Benfica, em Fortaleza. Ele também mantinha estabelecimentos comerciais na capital.

A motivação do ataque ainda não havia sido esclarecida publicamente. A investigação deverá apurar a participação do suspeito preso, as circunstâncias do homicídio e se outras pessoas tiveram envolvimento no crime.

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