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Auxílio Emergencial: Governo estuda pagar mais R$ 600, em três parcelas

22/05/2020 11:12

Pelo cronograma atual, são previstas 3 parcelas do auxílio emergencial. Agora, governo analisa ampliar benefício, desde que quantia por mês seja menor

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Auxílio Emergencial: Governo estuda pagar mais R$ 600 de auxílio, em três parcelas

O Ministério da Economia estuda dar mais uma parcela do auxílio emergencial de R$ 600. Segundo informações do portal R7, uma das opções do ministro da Economia, Paulo Guedes, seria de pagar mais R$ 600, porém, em três parcelas, de R$ 200.

Essa seria uma das ideias, até o Governo Federal analisar uma nova política para os programas sociais. O casos erá estudado por Paulo Guedes, ministro da Economia.

Ainda segundo informações do portal R7, essa seria uma forma de transição para um novo modelo de programas sociais, agora que o Governo Federal descobriu mais de 20 milhões de "invisíveis", que não estavam inscritos em nenhum programa social.

O portal também afirma que, fontes da área econômica afirmam que a pressão pela extensão do programa nos moldes atuais é grande por conta do longo período do isolamento. Porém a equipe econômica diz que não existem recursos para bancar esse acréscimo de parcelas do programa.

Para isso, o ministério da Economia teria que encontrar uma fonte de recursos para bancar o aumento de gastos permanentes. Além disso, terá que ser feita uma negociação com o Congresso para não estourar o teto de gastos do Governo a partir do ano que vem, quando não haverá mais o orçamento de guerra.

Bolsa Família

A ideia é unificar os programas sociais com o fortalecimento do Bolsa Família. A reformulação já estava em curso antes da pandemia e agora ganhou urgência.

O custo adicional da extensão do auxílio emergência ficaria em torno de R$ 35 bilhões a R$ 40 bilhões, diluído em três meses. Sem a ampliação, o benefício já terá impacto de R$ 124 bilhões nos cofres públicos.

Em entrevista ao canal do YouTube do jornalista Magno Martins, o presidente Jair Bolsonaro disse que o pagamento do auxílio emergencial está "muito acima do previsto" e já contempla 51 milhões de brasileiros. "Entra a mãe solteira, outras pessoas e aí extrapola. E ainda querem prorrogar. Podem até prorrogar, agora paguem a conta depois. Subam de R$ 600 para R$ 10 mil e aí ninguém trabalha. Querem rodar dinheiro, mas aí depois vem a inflação", disse Bolsonaro.
 



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