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    Comerciante que matou assaltante é encaminhado para presídio de Ipatinga

    Tanto o proprietário do estabelecimento, quanto o segundo envolvido, que sobreviveu, foram ouvidos na delegacia e direcionados para o Ceresp

    Por Plox

    22/06/2022 17h57 - Atualizado há 13 dias

    Foram encaminhados para o Ceresp, presídio de Ipatinga, Minas Gerais, o acusado de assaltar uma loja no bairro Cidade Nobre e o proprietário do estabelecimento, que atirou e matou um dos envolvidos no crime ocorrido na noite dessa terça-feira (21).

    De acordo com a Polícia Civil, ambos foram encaminhados à delegacia de polícia para serem ouvidos. Tanto o autor do roubo que foi lesionado quanto o proprietário do estabelecimento que efetuou os disparos, além das armas de fogo utilizadas pelos envolvidos, munições e cartuchos deflagrados, foram apresentados ao Delegado da Polícia Civil.

    Foto: Enviada ao WhatsApp do Plox

     

    Segundo relatado, os suspeitos portavam um revólver calibre 38 municiado com 5 cartuchos, tendo rendido os funcionários da referida loja, subtraindo diversos aparelhos celulares e em seguida tentaram fugir do local, momento em que foram surpreendidos pela ação do proprietário do estabelecimento que, utilizando uma carabina calibre 22 e uma pistola calibre 380, efetuou disparos contra os assaltantes, vindo a matar um dos autores e a lesionar o outro indivíduo, que acabou sendo preso.

    Foto: Enviada ao WhatsApp do Plox

     

    Foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante Delito e demais procedimentos legais ratificou a prisão em flagrante do autor pelo crime de roubo majorado pelo emprego de arma de fogo e concurso de pessoas, e também do proprietário do estabelecimento comercial pelo crime de homicídio consumado. Ambos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça Criminal.

    Ainda conforme informações repassadas pela Polícia Civil, a Autoridade Policial plantonista não vislumbrou, num primeiro momento de análise da prisão em flagrante, que o proprietário do estabelecimento efetuou disparos contra os autores amparado pela legítima defesa, sendo certo que as investigações permanecerão em curso  até o esclarecimento de todos os fatos, havendo o prazo legal de 10 dias para a Polícia Civil de Minas Gerais concluir o procedimento que investiga o ocorrido.

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