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Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
Alan Greenspan, ex-presidente do Fed por 18 anos, morre aos 100.
Foto: Federal Reserve Board/Wikimedia Commons.
Greenspan presidiu o Federal Reserve entre agosto de 1987 e janeiro de 2006. Ao longo de cinco mandatos, foi indicado por quatro presidentes dos Estados Unidos e permaneceu no cargo durante as administrações de Ronald Reagan, George H. W. Bush, Bill Clinton e George W. Bush.
A gestão começou poucos meses antes da queda histórica das bolsas em outubro de 1987 e atravessou períodos como a expansão econômica dos anos 1990, a formação e o estouro da bolha das empresas de tecnologia e os impactos financeiros dos ataques de 11 de setembro de 2001.
As declarações de Greenspan eram acompanhadas de perto por investidores em todo o mundo e frequentemente provocavam reações nos mercados. Em um discurso de 1996, ele usou a expressão
“exuberância irracional”
ao abordar o risco de uma valorização excessiva dos ativos financeiros, frase que se tornou uma das mais conhecidas de sua carreira.
Durante parte de sua passagem pelo Fed, Greenspan foi elogiado pela condução da política monetária em um período de crescimento econômico, avanço tecnológico, inflação controlada e baixo desemprego nos Estados Unidos. A influência alcançada por ele fez do economista uma das principais figuras das finanças internacionais.
A reputação, porém, sofreu desgaste depois da crise financeira de 2008. Críticos passaram a questionar a defesa da autorregulação dos mercados e as decisões tomadas antes do colapso do setor imobiliário. Em depoimento ao Congresso americano naquele ano, Greenspan reconheceu uma falha na crença de que as instituições financeiras conseguiriam controlar os próprios riscos.
Antes de assumir o Federal Reserve, Greenspan presidiu o Conselho de Assessores Econômicos durante o governo Gerald Ford e trabalhou como consultor econômico. Ele deixou o banco central em janeiro de 2006, sendo sucedido por Ben Bernanke.