Em Jundiaí (SP), mãe relata vício do filho em apostas e defende prevenção
Daysi Donola afirma que Lucas apresentou mudanças de comportamento após começar a apostar em 2023 e quer orientar famílias sobre prevenção e acolhimento.
Maíra Cardi voltou a alertar os seguidores sobre os riscos do PMMA após mostrar protuberâncias e outras alterações que atribui ao produto aplicado em seu rosto há cerca de 20 anos. Em vídeo publicado nas redes sociais, a influenciadora afirmou que os problemas surgiram muito tempo depois do procedimento.
Maíra Cardi
Foto: Reprodução/Instagram
Ao exibir diferentes pontos da face, Maíra disse que o material parece pressionar a pele de dentro para fora. A empresária relatou que passou anos sem apresentar complicações aparentes e classificou o problema como silencioso, com manifestações tardias.
Maíra contou que procurou avaliação médica para saber se seria possível retirar o produto. Segundo o relato, parte do PMMA poderia ser removida por uma cirurgia extensa, mas determinadas regiões não deveriam ser manipuladas devido ao risco de lesões nos nervos faciais.
Diante da complexidade e dos possíveis danos, ela decidiu adiar uma intervenção mais invasiva. A influenciadora afirmou ainda que não pretende divulgar o nome da profissional que realizou a aplicação e que o objetivo do vídeo é evitar que outras pessoas passem pela mesma situação.
Todo o dinheiro do mundo não conserta declarou Maíra ao lamentar os efeitos permanentes do procedimento.
O polimetilmetacrilato é um preenchedor permanente e não absorvível pelo organismo. A Anvisa alerta que produtos injetáveis desse tipo podem provocar nódulos, inflamações, deformidades, necrose e outras complicações, especialmente quando utilizados fora das indicações, regiões anatômicas ou volumes autorizados. As reações podem aparecer imediatamente ou anos depois da aplicação.
Desde 2 de junho de 2026, uma resolução do Conselho Federal de Medicina proíbe médicos de utilizar o PMMA como preenchedor para finalidades estéticas ou reparadoras. A exceção é o tratamento da lipodistrofia em pessoas com HIV/aids, realizado no SUS conforme os protocolos do Ministério da Saúde. O CFM destaca que a retirada do material pode exigir cirurgias complexas e nem sempre permite reverter completamente os danos.