Anvisa proíbe azeite San Oliveto e determina apreensão de todos os lotes

Medida vale em todo o país e foi motivada por origem desconhecida e resultado insatisfatório em análise físico-química; agência também vetou 11 doces da marca Fatti a Mano.

22/07/2026 às 10:08 por Redação Plox

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de todos os lotes do azeite de oliva extravirgem da marca San Oliveto e determinou restrições a 11 doces da marca Fatti a Mano. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (21) e entraram em vigor imediatamente.

imagem ilustrativa.

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Foto: Maginific


No caso do azeite

No caso do azeite, a agência determinou a apreensão do produto e proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso em todo o país. A decisão foi motivada pela origem desconhecida do alimento.

A empresa apresentada no rótulo como importadora e distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda., está com o CNPJ inapto desde 23 de junho de 2026 e, segundo a Anvisa, possui endereço desconhecido. Um laudo também apontou resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração, parâmetro físico-químico utilizado na análise do azeite.

Doces eram produzidos em estabelecimento não licenciado

Em outra medida, a Anvisa proibiu a fabricação, comercialização e distribuição de cocada branca, cocada com maracujá, doce de leite, doce de leite com coco, palha italiana, doce de jaca, beijinho, pé de moleque, Fatticoco, pé de moça e brigadeiro da marca Fatti a Mano.

A agência informou que os alimentos eram fabricados e vendidos sem a regularização exigida pelo órgão sanitário competente. A produção também ocorria em um estabelecimento sem licença sanitária.

Produtos devem ser retirados do mercado

Com as decisões em vigor, o azeite San Oliveto não pode ser vendido nem utilizado, e os doces Fatti a Mano atingidos pela resolução não podem continuar sendo fabricados, distribuídos ou comercializados. Estabelecimentos que ainda possuam os produtos devem retirá-los das prateleiras.

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