PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de todos os lotes do azeite de oliva extravirgem da marca San Oliveto e determinou restrições a 11 doces da marca Fatti a Mano. As medidas foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (21) e entraram em vigor imediatamente.
imagem ilustrativa.
Foto: Maginific
No caso do azeite, a agência determinou a apreensão do produto e proibiu a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso em todo o país. A decisão foi motivada pela origem desconhecida do alimento.
A empresa apresentada no rótulo como importadora e distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Vale do Carioca Ltda., está com o CNPJ inapto desde 23 de junho de 2026 e, segundo a Anvisa, possui endereço desconhecido. Um laudo também apontou resultado insatisfatório no ensaio de determinação do índice de refração, parâmetro físico-químico utilizado na análise do azeite.
Em outra medida, a Anvisa proibiu a fabricação, comercialização e distribuição de cocada branca, cocada com maracujá, doce de leite, doce de leite com coco, palha italiana, doce de jaca, beijinho, pé de moleque, Fatticoco, pé de moça e brigadeiro da marca Fatti a Mano.
A agência informou que os alimentos eram fabricados e vendidos sem a regularização exigida pelo órgão sanitário competente. A produção também ocorria em um estabelecimento sem licença sanitária.
Com as decisões em vigor, o azeite San Oliveto não pode ser vendido nem utilizado, e os doces Fatti a Mano atingidos pela resolução não podem continuar sendo fabricados, distribuídos ou comercializados. Estabelecimentos que ainda possuam os produtos devem retirá-los das prateleiras.