Jantar para Lula na Coreia do Sul tem relatos de celular proibido, presentes e açaí; detalhes não foram confirmados
Durante a visita de Estado de 22 a 24 de fevereiro de 2026, o presidente participa de reunião bilateral, fórum empresarial e banquete na Casa Azul; bastidores sobre regras, troca de presentes e cardápio circulam, mas ainda sem confirmação documentada ou cobertura verificável.
23/02/2026 às 12:52por Redação Plox
23/02/2026 às 12:52
— por Redação Plox
Compartilhe a notícia:
A visita de Estado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Coreia do Sul, entre 22 e 24 de fevereiro de 2026, inclui reunião bilateral com o presidente Lee Jae-myung, fórum empresarial e um banquete de Estado na Casa Azul, residência oficial sul-coreana. Além da pauta econômica, bastidores do jantar para Lula na Coreia envolvendo possível proibição de celulares, troca de presentes e até a oferta de açaí passaram a circular em redes sociais e relatos informais, mas ainda não constam de forma detalhada e verificável em documentos oficiais ou na cobertura jornalística consultada.
Agenda oficial e banquete de Estado
Lula desembarcou em Seul em 22 de fevereiro e iniciou os compromissos oficiais no dia 23, no horário local, com cerimônias protocolares, reunião com Lee Jae-myung, assinatura de atos e declaração à imprensa. A programação divulgada para o dia prevê um banquete de Estado e, em seguida, uma cerimônia de troca de presentes na Casa Azul.
No campo econômico, o Poder360 informou que Brasil e Coreia do Sul firmaram um arranjo de cooperação voltado à integração produtiva e ao incentivo ao comércio. O entendimento prevê a criação de grupos de trabalho e tem foco em áreas como minerais críticos e tecnologia. O texto do acordo, segundo o veículo, não estabelece obrigações vinculantes nem prazos definidos.
Jantar para Lula na Coreia teve celular proibido, presentes e açaí
Foto: Reprodução
Celulares, presentes e açaí: o que se sabe até agora
A troca de presentes aparece na agenda pública como cerimônia prevista na programação oficial da visita. Porém, até o momento, não há confirmação documentada sobre quais itens foram trocados nem sobre eventuais regras rígidas para o banquete, como recolhimento ou proibição de celulares, nas fontes abertas consultadas para esta apuração.
A menção à presença de açaí no contexto do jantar também segue em apuração. Até agora, não foi localizada confirmação em fonte oficial ou em reportagens que detalhem o cardápio do banquete entre as publicações verificadas. Assim, informações sobre “celular proibido”, presentes específicos e açaí no jantar para Lula na Coreia ainda não podem ser tratadas como fato estabelecido.
Posicionamento e registros oficiais
Segundo reportagem da Reuters publicada no InfoMoney, o gabinete do presidente sul-coreano informou previamente que a visita de Lula, entre 22 e 24 de fevereiro, incluiria reunião no dia 23 e um jantar de Estado. Já o Poder360 descreveu o acordo assinado durante a viagem e a estrutura dos grupos de trabalho bilaterais, que terão coordenação do Itamaraty e do MDIC pelo lado brasileiro.
Relevância econômica e diplomática
Do ponto de vista prático, a visita é usada pelo governo brasileiro para tentar ampliar a cooperação industrial e comercial com a Coreia do Sul. A ênfase recai especialmente sobre cadeias tecnológicas, como semicondutores, e sobre minerais críticos, área considerada estratégica para atração de investimentos e novos projetos industriais no Brasil.
Setores do agronegócio e exportadores em geral também acompanham de perto a agenda, já que a Coreia do Sul é um mercado relevante, com barreiras sanitárias e comerciais em vários produtos agropecuários. Esse contexto costuma ser destacado em análises e coberturas sobre a viagem, por seu potencial impacto em acesso a mercado.
Ao mesmo tempo, os relatos de bastidores sobre um jantar com “celular proibido”, presentes e açaí ganham repercussão nas redes pela curiosidade e pelo simbolismo diplomático, mas ainda carecem de confirmação documental ou jornalística sólida antes de serem incorporados como descrição factual do evento.
O que ainda deve ser acompanhado
Até o fim da visita, em 24 de fevereiro de 2026, a expectativa é acompanhar comunicados oficiais do Planalto, do Itamaraty e do governo sul-coreano sobre os resultados dos encontros, além de eventuais anúncios adicionais.
Também é relevante monitorar se veículos com enviados especiais à Coreia do Sul vão publicar detalhes verificáveis sobre:
regras de acesso e segurança do banquete, incluindo eventual política de uso de celulares;
lista precisa de presentes trocados na cerimônia;
cardápio do jantar, com indicação clara se houve ou não açaí entre os itens servidos.
Caso esses pontos sejam confirmados, a recomendação é atualizar a cobertura com descrições objetivas sobre o protocolo do jantar para Lula na Coreia — indicando o que foi proibido, por quem e com qual justificativa —, bem como a identificação exata dos presentes trocados, evitando reproduzir apenas versões de bastidor sem lastro verificável.