PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
A contagem para a defesa da deputada licenciada Carla Zambelli (PL-SP) teve início após decisão da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados. A parlamentar, atualmente fora do país, terá o equivalente a cinco sessões para apresentar sua defesa escrita e anexar provas no processo que pode culminar com a cassação de seu mandato. Esse prazo começa a valer a partir do dia 24 de junho.
Foto: Câmara dos Deputados Diego Garcia (Republicanos-PR), escolhido como relator na última terça-feira (17), será o responsável por analisar o caso. O deputado, conhecido por sua oposição ao governo Lula (PT), já protagonizou confrontos com membros do Partido dos Trabalhadores ao longo de seus três mandatos.
O processo, após análise da CCJ, seguirá para o plenário da Câmara, onde será necessário o voto favorável de ao menos 257 deputados para que a cassação de Zambelli se concretize. A origem da ação é a condenação, em 14 de maio, da parlamentar pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considerou que ela participou da invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça. A decisão também resultou em pena de prisão de dez anos.
Após a sentença, Zambelli deixou o Brasil e seguiu para a Itália, onde possui cidadania. A fuga motivou o ministro Alexandre de Moraes a decretar sua prisão preventiva. Desde então, tramita um pedido de extradição no país europeu. O nome da deputada passou a constar na lista de difusão vermelha da Interpol. Por determinação do STF, os perfis nas redes sociais dela e de seus familiares foram retirados do ar.
"Confio na autonomia da Câmara e do governo italiano", declarou Zambelli em uma de suas últimas manifestações públicas.