Investigado morre após atirar contra policiais federais em Igaratá (SP)

Segundo a Polícia Federal, agentes revidaram durante o cumprimento de mandado de prisão; homem recebeu socorro, mas não resistiu.

23/07/2026 às 14:17 por Redação Plox

Um investigado alvo da Operação Commodity morreu durante o cumprimento de um mandado de prisão nesta quinta-feira (23), em Igaratá, no interior de São Paulo. A Polícia Federal informou que o homem resistiu à abordagem e disparou contra os agentes, que revidaram. Ele foi atingido, recebeu os primeiros socorros, mas não resistiu. Nenhum policial ficou ferido.



Alvo da Operação Commodity morre após atirar contra policiais em Igaratá.

Vídeo: Divulgação


O investigado foi identificado por veículos de imprensa como Rildo dos Reis, conhecido como “R7”. O Metrópoles informou que ele era apontado pela corporação como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). A identidade completa não foi divulgada no comunicado oficial da PF.

Operação terminou com nove presos

A Operação Commodity foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa transnacional investigada por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Até a atualização divulgada às 13h32 desta quinta-feira, nove pessoas haviam sido presas.


Alvo da Operação Commodity morre após atirar contra policiais em Igaratá.

Foto: Divulgação/PF


Policiais federais e estaduais foram mobilizados para cumprir 13 mandados de prisão preventiva e 44 de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo. A Justiça também determinou medidas cautelares e o bloqueio de bens e ativos de pessoas físicas e jurídicas até o limite de R$ 1 bilhão.

As investigações indicam que o grupo teria enviado cerca de 6,5 toneladas de cocaína para países europeus desde 2021. A droga era transportada por via marítima e escondida em cargas como sacos de café, cimento e argamassa. Os envolvidos também são suspeitos de utilizar empresas de fachada, criptoativos, imóveis e bens de luxo para ocultar o patrimônio obtido com o tráfico.

A operação faz parte da Missão Redentor II e teve apoio das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado de São Paulo e Minas Gerais. Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas e lavagem de capitais.

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