PF aponta promoção sem experiência mínima e omissão de panes em voo da Voepass
Relatório final sobre a queda do voo 2283, em Vinhedo (SP), cita relatos de pressão para não registrar falhas técnicas; acidente matou 62 pessoas.
Alvo da Operação Commodity morre após atirar contra policiais em Igaratá.
O investigado foi identificado por veículos de imprensa como Rildo dos Reis, conhecido como “R7”. O Metrópoles informou que ele era apontado pela corporação como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). A identidade completa não foi divulgada no comunicado oficial da PF.
A Operação Commodity foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa transnacional investigada por tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro. Até a atualização divulgada às 13h32 desta quinta-feira, nove pessoas haviam sido presas.
Alvo da Operação Commodity morre após atirar contra policiais em Igaratá.
Foto: Divulgação/PF
Policiais federais e estaduais foram mobilizados para cumprir 13 mandados de prisão preventiva e 44 de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina e Espírito Santo. A Justiça também determinou medidas cautelares e o bloqueio de bens e ativos de pessoas físicas e jurídicas até o limite de R$ 1 bilhão.
As investigações indicam que o grupo teria enviado cerca de 6,5 toneladas de cocaína para países europeus desde 2021. A droga era transportada por via marítima e escondida em cargas como sacos de café, cimento e argamassa. Os envolvidos também são suspeitos de utilizar empresas de fachada, criptoativos, imóveis e bens de luxo para ocultar o patrimônio obtido com o tráfico.
A operação faz parte da Missão Redentor II e teve apoio das Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado de São Paulo e Minas Gerais. Os investigados poderão responder, conforme a participação de cada um, por organização criminosa transnacional, tráfico internacional de drogas e lavagem de capitais.