Papa Leão XIV anuncia cirurgia para retirada de nódulo no pulmão
Procedimento está previsto para os primeiros dias da próxima semana, em hospital de Roma, após recomendação da equipe médica.
A saúde financeira do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no Médio Piracicaba entrou no centro de um debate na Câmara Municipal de João Monlevade, nesta quarta-feira, dia 22. Durante a sessão, vereadores expuseram o déficit enfrentado pelo serviço, que é administrado pelo Consórcio Público Intermunicipal de Saúde dos Serviços de Urgência e Emergência (Cisurg-MP).
Durante os discursos, vereadores destacaram a economia e a eficiência atribuídas ao Sevor, que atua na região há 27 anos.
Foto: Lindiomar Reis
Na discussão, parlamentares relataram que, embora o Samu tenha sido inaugurado há pouco tempo, já enfrenta graves dificuldades orçamentárias. O problema, segundo os relatos feitos no Legislativo, estaria ligado à falta de compromisso de municípios integrantes do consórcio, que não estariam cumprindo os repasses estipulados de um real por habitante.
Durante os discursos, vereadores destacaram a economia e a eficiência atribuídas ao Sevor, que atua na região há 27 anos.
Foto: Lindiomar Reis
Enquanto João Monlevade mantém os pagamentos em dia, a ausência de recursos dos demais parceiros compromete o custeio mensal do serviço e teria provocado salários atrasados para médicos que atuam na rede.
A inadimplência, conforme exposto na sessão, tem ampliado a preocupação sobre a continuidade e a qualidade do atendimento prestado à população. Entre os pontos levantados está o risco de evasão de profissionais da área da saúde e a possibilidade de redução de equipes nas ambulâncias, cenário que alimenta um temor coletivo de desassistência.
Em meio à instabilidade administrativa e às incertezas sobre o futuro do serviço público de urgência, moradores do Médio Piracicaba passam a demonstrar ainda mais confiança no trabalho de grupos de socorro voluntário. Instituições como o Serviço Voluntário de Resgate (Sevor) e os Bombeiros Voluntários são citadas como referências, com histórico de décadas e reconhecimento local em situações de emergência.
Durante os discursos, vereadores destacaram a economia e a eficiência atribuídas ao Sevor, que atua na região há 27 anos. A avaliação apresentada no plenário foi a de que, enquanto o Samu regional busca soluções para o desequilíbrio financeiro e tenta sanar pendências com trabalhadores e fornecedores, os grupos voluntários seguem como referência de prontidão e assistência direta ao cidadão.
A expectativa dos parlamentares é que haja uma articulação urgente com os municípios inadimplentes e com o consórcio para evitar desassistência. Até o momento, a secretaria executiva do Cisurg-MP, responsável pela gestão do Samu regional, não prestou esclarecimentos sobre a situação financeira ou sobre quais medidas serão adotadas para regularizar os pagamentos.