Zema diz ter protocolado pedido de impeachment contra Gilmar Mendes e cobra ação do Senado
Ex-governador de Minas e pré-candidato pelo Novo afirmou que o STF “deixou de ser respeitado” e atacou ministros em entrevista à RedeTV!
24/04/2026 às 17:03por Redação Plox
24/04/2026 às 17:03
— por Redação Plox
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O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema (Novo-MG), afirmou que entrou com um pedido de impeachment contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)Gilmar Mendes, com quem tem travado um embate público nos últimos dias.
Em entrevista ao programa É Notícia, da RedeTV!, Zema disse esperar que o Senado dê andamento ao pedido e fez críticas ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais
Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil
Pedido de impeachment e críticas ao Senado
– Eu pedi o impeachment do Gilmar Mendes porque julgo que a iniciativa cabe e espero que o Senado venha a ter coragem de apreciar. Quando tivermos presidente do Senado corajoso, e não presidente do Senado acovardado, essa situação vai se corrigir – declarou ele.
Romeu Zema
Críticas ao STF e a ministros da Corte
Zema declarou que, na avaliação dele, o STF deixou de ser uma instituição respeitada e passou a ser o “grande causador de conflitos” no Brasil. Ele também descreveu os ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli como “frutas podres” e afirmou que eles usam seus cargos para “enriquecer e ter influência”.
Ao comentar o tema, Zema citou Daniel Vorcaro, apontado no texto como dono do Banco Master, ao dizer que ministros do Supremo teriam se “associado e se aproximado” dele.
Embate com Gilmar e menção ao inquérito das fake news
Segundo o site, o embate entre Zema e Gilmar ganhou força após o ministro solicitar que o ex-governador fosse incluído no inquérito das fake news, por ter feito uma sátira com bonecos que representariam magistrados do STF. Ainda de acordo com o relato, um ministro da Corte afirmou à coluna Radar, da revista Veja, sob condição de anonimato, que o caso de Zema “pode terminar em prisão”.