STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
Após determinação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), através da ministra Maria Isabel Gallotti, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e diversos de seus apoiadores estão proibidos de dizer que o presidente Jair Bolsonaro (PL) irá reduzir o salário mínimo. Eles também terão que excluir vídeos das redes sociais sobre o assunto.

A decisão é uma resposta a um pedido da coligação do presidente Jair Bolsonaro. André Janones (PT-MG), a presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PT-PR), o senador Humberto Costa (PT-PE), a deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e a deputada federal Érika Kokay (PT-DF) estão entre os citados a apagar postagens sobre o tema no prazo de 24 horas, sob pena de multa.
As postagens usam como base uma reportagem do jornal "Folha de S. Paulo" e falas do ministro da Economia, Paulo Guedes. Usando a hashtag "Bolsonaro não mexa no meu salário", os reprodutores da mensagem diziam que o ministro Guedes teria a intenção de reduzir os valores do salário mínimo.

Na liminar expedida pela ministra Maria Isabel, ela diz: "No caso em exame, verifico a divulgação de informação falsa a respeito de tema revestido de extrema relevância social, com aparente finalidade de vincular tais medidas drásticas ao Presidente da República, incutindo assim na mente do eleitor a falsa ideia de que os salários e aposentadorias não serão mais reajustados. Constato que o sítio do Ministério da Economia divulgou informação de que o salário mínimo e aposentadorias vão subir de acordo com a inflação", disse a decisão.