Moraes vota para condenar quatro, mas absolve ex-chefe da Civil por morte de Marielle, aponta postagem; STF não confirma

Relator no STF, Alexandre de Moraes mantém processos dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes em tramitação, com diligências e atos de instrução; denúncia foi recebida em 2024 e tornou cinco investigados réus, sem condenação

25/02/2026 às 11:51 por Redação Plox

Relator dos processos sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), tem conduzido decisões que mantêm o caso em curso na Corte. Entre os atos mais recentes identificados em fontes abertas, estão o recebimento da denúncia contra suspeitos, o que abriu ação penal no STF, e medidas de instrução processual, como a requisição de mensagens e diligências com a Polícia Federal.

Moraes avaliou que não há provas suficientes para condenar Rivaldo por homicídio qualificado e tentativa de homicídio no caso Marielle

Moraes avaliou que não há provas suficientes para condenar Rivaldo por homicídio qualificado e tentativa de homicídio no caso Marielle

Foto: Rosinei Coutinho/STF


Circula o enunciado “Moraes vota para condenar quatro, mas absolve ex-chefe da Civil por morte de Marielle”. Contudo, nas fontes consultadas nesta apuração, não foi localizada decisão ou voto do STF que confirme a absolvição do ex-chefe da Polícia Civil Rivaldo Barbosa no caso Marielle. Essa informação permanece, portanto, como ponto ainda em apuração.

Moraes vota para tornar suspeitos réus no STF

Em 18 de junho de 2024, a Primeira Turma do STF decidiu receber a denúncia apresentada pela acusação e, com isso, tornou réus cinco suspeitos de envolvimento no assassinato de Marielle e Anderson. Segundo relato publicado pelo UOL, Alexandre de Moraes foi o primeiro a votar e acabou acompanhado pelos demais ministros do colegiado.

O recebimento da denúncia não significa condenação, mas a abertura formal da ação penal. A partir desse momento, o caso passa à fase de produção de provas, oitivas e análise de eventuais medidas cautelares, dentro da tramitação no STF.

Atuação de Moraes na fase de instrução

Em 2025, Moraes passou a proferir decisões voltadas à instrução do processo e à situação de custódia de investigados e réus. Entre as medidas informadas por veículos de imprensa, estão:

  • decisão para que a Polícia Federal anexasse ao processo conversas entre Marielle Franco e Rivaldo Barbosa, atendendo a pedido da defesa, conforme noticiado;
  • negativa ao pedido de transferência de Rivaldo Barbosa do presídio federal em Mossoró (RN) para o Rio de Janeiro, mantendo o ex-chefe da Polícia Civil sob custódia no sistema federal.

O que apontam as coberturas oficiais do caso

De acordo com a cobertura do UOL sobre a sessão de 18 de junho de 2024, Moraes ressaltou que o que estava em análise naquele momento era o recebimento da denúncia, e não o julgamento de mérito sobre culpa ou inocência, etapa que se desenvolve ao longo do processo.

Em outra decisão noticiada por UOL/Agência Estado, Moraes determinou que a Polícia Federal enviasse ao processo conversas extraídas de aparelhos apreendidos, incluindo as mensagens trocadas entre Marielle e Rivaldo Barbosa, em atendimento a requerimento da defesa.

Já a CBN informou que o ministro determinou que a Polícia Federal ouvisse Rivaldo Barbosa em prazo estabelecido, em meio a diligências relacionadas ao caso.

Impactos para o caso e para o cenário político

No âmbito do processo, o recebimento da denúncia pela Primeira Turma do STF consolidou a tramitação do caso na Corte e abriu caminho para a coleta de provas, depoimentos e decisões sobre eventuais medidas cautelares.

Para o Rio de Janeiro, o caso permanece como um dos mais sensíveis da agenda pública, com reflexos sobre a confiança nas instituições, a política de segurança pública e a responsabilização de agentes públicos.

Em nível nacional, as decisões do STF no caso Marielle têm repercussão imediata em Brasília e no Rio, ao envolverem figuras públicas e discussões sobre obstrução de Justiça e possíveis interferências em investigações, linhas já mencionadas em coberturas anteriores.

Informação sobre “absolvição” segue em apuração

O comando “Moraes vota para condenar quatro, mas absolve ex-chefe da Civil por morte de Marielle” ainda precisa ser rastreado com precisão. A orientação é identificar qual veículo publicou essa formulação, em que data, e a qual processo ou ação penal ela se refere, para verificar se de fato diz respeito ao caso Marielle ou a outro julgamento com linguagem semelhante.

Até o momento desta apuração, as fontes abertas consultadas indicam Rivaldo Barbosa como réu e preso preventivamente, alvo de decisões de Alexandre de Moraes sobre diligências e custódia — e não sobre absolvição.

Próximos passos na cobertura e no STF

Na cobertura jornalística, a recomendação é monitorar novas decisões do relator no STF e movimentações processuais, como sessões de julgamento, votos, eventuais habeas corpus, revisões de prisão preventiva e o desenrolar da fase de instrução.

Também é necessário acompanhar atualizações de fontes oficiais, como comunicações do STF, manifestações da Procuradoria-Geral da República e das defesas, para verificar qualquer mudança de status de acusados — seja condenação, absolvição ou revisão de medidas cautelares — sempre com data, número de processo e contexto jurídico claramente identificados.


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