Mulher é indiciada por homicídio após morte de jovem ao lado de piscina em Lins
Polícia Civil aponta que suspeita mentiu sobre descarga elétrica; laudo descartou choque e indicou afogamento
25/03/2026 às 09:38por Redação Plox
25/03/2026 às 09:38
— por Redação Plox
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Grazielli de Barros Silva, de 40 anos, foi indiciada por homicídio após a Polícia Civil concluir o inquérito sobre a morte de Beatriz Callegari de Paula, de 26, encontrada sem vida ao lado de uma piscina em uma casa de Lins, no interior de São Paulo.
A suspeita está presa desde 27 de janeiro. Segundo a investigação, ela mentiu em depoimento ao afirmar que a amiga teria morrido por uma descarga elétrica na piscina. Um laudo médico finalizado dias depois descartou essa possibilidade e apontou que a causa da morte foi afogamento.
Grazielli de Barros Silva está presa desde o dia 27 de janeiro, após alegar que a amiga havia morrido por uma descarga elétrica na piscina.
Foto: Reprodução / Redes sociais.
Prisão e contexto do caso
Beatriz foi encontrada morta em 16 de janeiro. De acordo com as informações reunidas no inquérito, Grazielli estava sozinha com a vítima no momento do suposto afogamento. Ela foi detida temporariamente e, depois, teve a prisão convertida em preventiva por determinação da Justiça.
O Metrópoles informou que procurou a defesa de Grazielli Silva, mas não obteve retorno até o momento da publicação. O veículo afirmou ainda que o espaço segue aberto para manifestação.
Investigação e mudança na tipificação
Inicialmente, a ocorrência havia sido registrada como morte suspeita. Com o inquérito finalizado, a natureza do caso passou a ser tratada como homicídio.
A apuração é conduzida pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Lins. Grazielli está presa na penitenciária de Pirajuí, no interior de São Paulo.