Lula defende divulgação integral de dados das investigações sobre o Banco Master
Presidente criticou vazamentos seletivos e cobrou transparência para todos os envolvidos no caso, em meio a tensões no STF.
A confiança dos consumidores dos Estados Unidos recuou pelo segundo mês consecutivo em agosto e atingiu o menor nível desde janeiro. O índice do Conference Board caiu 0,8 ponto, de 90,2 em julho para 89,4 neste mês, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (25). O dado de julho havia sido inicialmente informado em 90,8 e foi revisado para baixo.
O índice de confiança do consumidor nos Estados Unidos, elaborado pelo Conference Board, caiu para 89,4 em agosto, ante 90,2 em julho, s
O resultado mostra uma piora principalmente nas expectativas dos americanos para os próximos meses. O Índice de Expectativas, que mede as perspectivas para renda, atividade econômica e mercado de trabalho, caiu 5,8 pontos e chegou a 68,2. A pesquisa foi realizada entre os dias 3 e 16 de agosto.
Embora a avaliação sobre a situação atual tenha melhorado, o avanço não foi suficiente para compensar o pessimismo em relação ao futuro. O Índice da Situação Atual subiu 6,8 pontos, para 121,2, interrompendo uma sequência de três meses de queda.
Entre os entrevistados, 14,6% disseram esperar aumento na oferta de empregos nos próximos seis meses, contra 16,4% em julho. Já 26,1% acreditam que haverá menos vagas, acima dos 25,3% registrados no mês anterior. As expectativas de crescimento da renda das famílias também perderam força.
A preocupação com os preços continua entre os fatores citados pelos consumidores. As expectativas para a inflação nos próximos 12 meses subiram para 5,8%, ante 5,6% em julho. Segundo o Conference Board, também aumentaram as menções a conflitos, preços de alimentos, comércio e mercado de trabalho entre os fatores que influenciam a percepção sobre a economia.
A economista-chefe do Conference Board, Dana Peterson, avaliou que os consumidores ficaram mais pessimistas em relação às condições dos negócios e ao mercado de trabalho para os próximos seis meses, apesar da melhora na percepção sobre a situação atual.