STF: 2ª Turma decide hoje sobre possível liberação da prisão preventiva de Daniel Vorcaro
Em sessão virtual iniciada em 13/03/2026, colegiado avalia se referenda ou revisa decisão individual do ministro André Mendonça no caso ligado ao Banco Master
De acordo com um levantamento recente da Serasa, os brasileiros divorciados são os que permanecem com dívidas por mais tempo. A pesquisa indica que 49% dos indivíduos divorciados têm débitos pendentes há mais de dois anos, superando a média nacional de 46%. Além disso, 36% deste grupo têm dívidas entre seis meses e dois anos.
A pesquisa da Serasa, realizada em parceria com o Opinion Box, entrevistou 11.541 inadimplentes registrados em sua base de dados durante outubro de 2023. Entre os entrevistados, 52% eram homens e 48% mulheres. A análise detalha que a maioria dos endividados é solteira (44%), seguida por casados (42%), divorciados (12%) e viúvos (2%). Notavelmente, os divorciados também expressaram menos confiança na quitação de suas dívidas, com 71% acreditando na possibilidade de honrar seus compromissos, em comparação com a média de 73% entre os demais grupos.
A classificação etária dos endividados mostra que 24% têm entre 41 e 49 anos, 21% entre 50 e 60 anos, e 28% entre 31 e 40 anos. Idosos e jovens até 24 anos representam 7% cada, enquanto aqueles entre 25 e 30 anos constituem 13% do total.
A principal causa do endividamento foi identificada como desemprego ou redução de renda, com cartão de crédito e crediário de lojas sendo as principais fontes de dívida. Para 53% dos entrevistados, as contas básicas como água, luz e gás representam o maior gasto mensal. Além disso, 74% dos endividados estão com essas dívidas em aberto há mais de um ano. Contudo, 21% desconhecem o impacto dessas despesas em seus orçamentos.
O estudo também revela que 83% dos endividados já atrasaram o pagamento de outras contas para priorizar as despesas básicas. Adicionalmente, 61% pediram dinheiro emprestado a amigos ou familiares para cobrir tais custos, enquanto 49% recorreram a empréstimos e 45% enfrentaram o corte de serviços devido a atrasos nos pagamentos.