Mulher é presa suspeita de matar a mãe a facadas em Goiás
Karem Murielly de Jesus Oliveira, de 34 anos, foi presa em flagrante suspeita de matar a própria mãe, Maria de Lourdes Alves de Jesus, de 62 anos, com diversos golpes de faca; vítima havia revogado medida protetiva contra a filha
26/01/2026 às 14:54por Redação Plox
26/01/2026 às 14:54
— por Redação Plox
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A Polícia Civil de Goiás prendeu, na tarde de domingo (25/1), uma mulher suspeita de matar a própria mãe com diversos golpes de faca. Karem Murielly de Jesus Oliveira, de 34 anos, confessou o crime aos policiais após ser detida em flagrante.
Crime ocorreu na madrugada desse domingo (25/1), em Guapó, na região metropolitana de Goiânia (GO)
Foto: Reprodução/Web
De acordo com o delegado André Veloso, a vítima foi identificada como Maria de Lourdes Alves de Jesus, de 62 anos. Ela já havia registrado boletim de ocorrência contra a filha e obtido uma medida protetiva, mas decidiu retirar a denúncia algum tempo depois.
Medida protetiva não impediu novo ataque
Segundo a investigação, a relação entre mãe e filha já era marcada por conflitos, a ponto de levar Maria de Lourdes a buscar proteção na Justiça. A medida, no entanto, foi posteriormente revogada a pedido da própria vítima, abrindo caminho para a reaproximação entre as duas.
A Polícia Civil apura o histórico familiar e os episódios de violência anteriores para compreender o contexto em que o crime foi cometido.
Câmeras registraram chegada e saída da suspeita
A coluna teve acesso a vídeos de câmeras de monitoramento instaladas na rua onde ocorreu o homicídio. As imagens mostram o momento em que Karem chega à casa da mãe por volta de 3h21, acompanhada de uma criança, filha dela.
Menos de duas horas depois, às 5h8, a mesma câmera registra Karem deixando o local, aparentemente mancando. Esse intervalo de tempo é um dos pontos analisados pelos investigadores para estabelecer a dinâmica do crime.
Confissão e andamento do inquérito
Após ser presa em flagrante, Karem Murielly confessou à polícia que matou a própria mãe. Ela permanece à disposição da Justiça, enquanto o inquérito segue em andamento.
As investigações continuam para detalhar a motivação do crime, reconstruir os minutos em que mãe e filha estiveram juntas dentro da casa e reunir elementos que serão encaminhados ao Ministério Público.