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O Governo de Minas Gerais atualizou nesta quinta-feira (26) para 59 o número de mortos em Juiz de Fora e Ubá após as fortes chuvas que atingem a Zona da Mata. As equipes de resgate seguem em atuação em áreas de deslizamentos e alagamentos, enquanto a previsão de novos temporais mantém elevado o risco de novas ocorrências.
De acordo com o balanço estadual, são 53 mortes em Juiz de Fora e 6 em Ubá, totalizando 59 óbitos na região. O mesmo levantamento aponta 15 pessoas desaparecidas, sendo 13 em Juiz de Fora e 2 em Ubá, além de centenas de atendimentos ligados a soterramentos e operações de salvamento.
Governo de MG atualiza para 59 o número de mortos em Juiz de Fora e Ubá após chuvas
Foto: Reprodução: Redes sociais
A sequência de temporais começou no início da semana e provocou enchentes, deslizamentos e colapso de estruturas em diferentes pontos urbanos, afetando moradias, serviços e a mobilidade. O cenário se agravou com a continuidade da instabilidade atmosférica e a possibilidade de novos episódios de chuva forte.
O Governo de Minas informou que os dados mais recentes foram consolidados às 16h15 desta quinta-feira (26). O boletim reúne o número de vítimas identificadas e liberadas às famílias, o volume de chamados por soterramento e o total de pessoas que tiveram de deixar suas casas.
No recorte social, o estado registra pessoas desabrigadas — acolhidas em abrigos públicos ou estruturas semelhantes — e desalojadas, que estão fora de casa, mas abrigadas em residências de parentes, amigos ou outras soluções temporárias.
A região permanece sob alerta meteorológico, com indicação de risco para acumulados elevados de chuva e possibilidade de novos transtornos, como alagamentos e deslizamentos. Com isso, as equipes de emergência seguem em prontidão para responder a novas ocorrências.
Com o solo já encharcado, qualquer novo episódio de chuva intensa pode reativar deslizamentos, especialmente em áreas de encosta e margens de cursos d’água. O risco geológico reforça a necessidade de manter interdições e restrições de acesso em pontos considerados críticos.
A rotina nas cidades atingidas segue impactada: serviços de limpeza de vias, remoção de lama e destroços e interdições pontuais tendem a continuar enquanto durarem as operações de busca e a instabilidade do tempo.
O número de pessoas fora de casa permanece elevado, o que exige uma estrutura constante de abrigos, logística de acolhimento, distribuição de doações e atendimento social. Órgãos de assistência seguem mobilizados para tentar reduzir os danos imediatos às famílias.
As orientações de segurança indicam que moradores em áreas de risco devem priorizar a evacuação preventiva diante de sinais como trincas em paredes e no chão, ruídos de estalos, inclinação de postes ou árvores, movimentação de terra e aumento rápido do nível de córregos e rios.
O balanço de mortos e desaparecidos ainda pode ser atualizado, à medida que avançam as buscas e as identificações das vítimas nas áreas mais afetadas. A expectativa é de novas revisões dos números conforme o trabalho de resgate prossegue em Juiz de Fora e Ubá.
Órgãos de Defesa Civil e equipes de meteorologia devem manter o monitoramento da chuva e a emissão de alertas, sobretudo enquanto o tempo não se estabilizar na região da Zona da Mata.
As ações de resposta incluem a continuidade de resgates, vistorias técnicas em imóveis e encostas, manutenção de estruturas de acolhimento para desabrigados e a possibilidade de ampliação de medidas emergenciais, de acordo com a evolução do quadro provocado pelas chuvas.