CSN é multada em R$ 39 milhões pelo TRF-6 por atraso para reduzir participação na Usiminas
Tribunal considerou 391 dias de descumprimento do prazo para baixar fatia abaixo de 5%, em medidas acompanhadas pelo Cade; processo está em sigilo.
O Supremo Tribunal Federal (STF) terá o ministro Alexandre de Moraes como relator de uma nova investigação que mira o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). A designação foi feita pelo presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, após pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR).
Foto: O inquérito foi instaurado nesta segunda-feira (27), atendendo à solicitação do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ele argumenta que há indícios suficientes para investigar Eduardo por possível coação no curso de um processo. Segundo Gonet, declarações públicas do parlamentar configurariam tentativas de interferência indevida em decisões do Judiciário.
Entre as falas citadas, destacam-se ameaças feitas por Eduardo Bolsonaro de acionar autoridades dos Estados Unidos para pressionar o STF, caso a Primeira Turma da Corte avance com o julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, seu pai, por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022.
O próprio ministro Alexandre de Moraes já é responsável pelo inquérito que investiga Jair Bolsonaro por essa suposta tentativa de subverter o resultado eleitoral. Agora, Moraes acumulará também a relatoria do processo contra o filho do ex-presidente.
Como medida inicial, Moraes decretou o sigilo da nova investigação, o que impede a divulgação de detalhes sobre os próximos passos e eventuais diligências determinadas no caso.