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Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a comercialização, a distribuição, a propaganda e o uso da plataforma Voy em todo o Brasil. A medida, publicada nesta sexta-feira (26), atinge o serviço digital voltado ao acompanhamento de pessoas em tratamento contra a obesidade e em processos de perda de peso.
Anvisa proíbe plataforma Voy, usada no acompanhamento de tratamento contra obesidade, em todo o Brasil
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A decisão aponta que a plataforma funcionava como um dispositivo médico sem registro sanitário. A empresa responsável pela marca, a Revia Gestão de Negócios Ltda., também não possuía Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE) para solicitar a regularização desse tipo de produto na Anvisa.
Produtos divulgados na página da Voy
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Documentos do processo administrativo mostram que a área técnica classificou a Voy como um Software como Dispositivo Médico, conhecido pela sigla SaMD. Na avaliação da agência, o sistema não se limitava à divulgação de informações gerais sobre saúde, pois coletava dados clínicos, acompanhava possíveis eventos adversos e gerava relatórios relacionados ao tratamento dos usuários.
A fiscalização descreveu ainda um fluxo que incluía questionário eletrônico, análise remota das informações, definição de protocolo terapêutico, emissão de receita, gerenciamento da aquisição e da entrega de medicamentos e acompanhamento por canais digitais. Alguns dos tratamentos mencionados no processo envolviam medicamentos agonistas do receptor de GLP-1, sujeitos à prescrição e à retenção de receita.
A Revia havia recorrido de uma notificação emitida em outubro de 2025, que determinava a suspensão da divulgação da Voy no site e em outros meios de comunicação. Em abril deste ano, a Gerência-Geral de Recursos da Anvisa analisou o pedido e decidiu, por unanimidade, manter a determinação administrativa.
No próprio site, a Voy se apresenta como uma plataforma de gerenciamento da jornada de saúde, responsável por conectar pacientes a profissionais e estabelecimentos parceiros. A empresa afirma que não atua como farmácia nem como clínica médica. A Anvisa, no entanto, concluiu que as funções desempenhadas pelo software exigiam regularização sanitária prévia.
Com a nova resolução, a oferta, a divulgação e o uso da plataforma permanecem proibidos enquanto a medida estiver em vigor. O ato publicado não estabelece prazo para o fim da restrição nem detalha procedimentos para os usuários que já estavam sendo acompanhados pelo serviço.