Nico Williams entrega medalha à mãe após ajudar Espanha a conquistar Copa do Mundo
Atacante participou do gol decisivo de Ferran Torres na vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, na prorrogação.
Operação mira esquema bilionário de cobre furtado e alcança empresa de Minas Gerais.
Foto: Divulgação/PCDF
Ao todo, 26 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Distrito Federal, em Minas Gerais, Tocantins e Paraná.
De acordo com a PCDF, um dos núcleos seria formado por pessoas e empresas ligadas a ferros-velhos e ao comércio de sucatas.
O grupo teria recebido mais de R$ 45,5 milhões, em menos de um ano, de uma empresa de fachada sediada no Tocantins, sem a emissão de documentos fiscais que justificassem os pagamentos.
Núcleos seria formado por pessoas e empresas ligadas a ferros-velhos e ao comércio de sucatas.
Foto: Divulgação/Secretaria de Economia do Distrito Federal
O segundo núcleo investigado utilizava 21 empresas registradas no Distrito Federal em nome de laranjas.
Segundo a polícia, elas não tinham estrutura física, funcionários ou contas bancárias, mas emitiram mais de R$ 1,4 bilhão em notas fiscais destinadas à empresa tocantinense.
Os documentos teriam sido usados para dar aparência legal ao cobre comercializado e gerar créditos tributários sem operações reais correspondentes.
A empresa de fachada do Tocantins teria movimentado mais de R$ 1,8 bilhão em um período de 11 meses, entre 2023 e 2024.
A investigação também identificou saques superiores a R$ 25,5 milhões em espécie e transferências para pessoas sem atividade comercial ou capacidade financeira compatível com os valores recebidos.
Uma grande empresa do setor metalúrgico e de condutores elétricos instalada em Minas Gerais foi apontada como a principal destinatária das notas emitidas pela companhia de fachada.
Mais de 73% dos documentos fiscais tiveram a empresa mineira como destino.
Somente em 2021, foram identificadas 212 notas, que somaram aproximadamente R$ 97,1 milhões.
A PCDF informou ainda que a metalúrgica teria emitido ao menos dez notas nas quais aparecia como compradora, embora os documentos estivessem formalmente em nome das supostas empresas vendedoras.
O nome da companhia e o município mineiro onde ela está instalada não foram divulgados no comunicado oficial.
A Justiça autorizou o sequestro de R$ 239,2 milhões em bens, direitos e valores.
Conforme a participação individual apurada, os investigados poderão responder por organização criminosa, crimes tributários, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica.
As apurações continuam sob responsabilidade da Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Ordem Tributária da PCDF.