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O delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC), Ulisses Gabriel, adotou o cachorro Caramelo, que foi jogado no mar por adolescentes em uma praia de Florianópolis (SC).
O delegado Ulisses Gabriel, decidiu cuidar do cachorro. O cão Orelha sofreu lesões graves e teve de ser submetido à eutanásia
Foto: Reprodução
Além da investigação sobre a morte do cão Orelha, a Polícia Civil apura se os adolescentes também teriam tentado matar Caramelo por afogamento no mar. Os casos colocaram em evidência a violência contra animais praticada por menores na região.
De acordo com a Polícia Civil, os investigadores avaliam se há relação entre os episódios envolvendo Orelha e Caramelo e se os crimes foram cometidos pelos mesmos adolescentes.
O caso Caramelo conta com registro em vídeo, enquanto o de Orelha se baseia em outros tipos de prova. As apurações reúnem imagens, depoimentos de testemunhas e elementos técnicos para definir a responsabilidade dos suspeitos.
Em 16 de janeiro, a Polícia Civil foi informada sobre o caso de Orelha. Moradores da região relataram o desaparecimento do cão e, dias depois, ele foi encontrado por um de seus cuidadores, ferido e agonizando.
O animal não resistiu aos ferimentos e precisou ser submetido à eutanásia. Quatro adolescentes foram identificados como suspeitos de maus-tratos, com base em imagens de câmeras de segurança e em depoimentos colhidos pela polícia.
Se a participação dos adolescentes for confirmada, eles responderão por ato infracional, conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente. As medidas socioeducativas vão de advertência e prestação de serviços à comunidade até liberdade assistida e, em situações excepcionais, internação.
Orelha vivia há anos na Praia Brava e era cuidado de forma informal por moradores da região. O cachorro se tornou uma figura conhecida no local, recebendo alimentação, abrigo e atenção de frequentadores e vizinhos.
Os investigadores apuram se um caso estaria relacionado ao outro e se os crimes foram cometidos pelos mesmos adolescentes.
Foto: Reprodução
Organizações e associações locais também passaram a homenagear o animal, que se transformou em símbolo da mobilização contra maus-tratos e da defesa dos direitos dos animais na comunidade.