Inmet alerta para chuvas intensas em 24 estados; Minas está em “grande perigo”
Frente fria no oceano e atuação da ZCIT devem manter a sexta (27/2) com precipitações volumosas em grande parte do país, enquanto o Sul tende a ter tempo mais firme.
O dólar abriu em alta nesta sexta-feira (27), avançando 0,15% e sendo negociado a R$ 5,1445 no início da sessão. O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, passa a operar a partir das 10h.

Dólar, moeda norte-americana
Foto: Free Pik
No Brasil, o IBGE divulga nesta manhã a prévia da inflação de fevereiro, medida pelo IPCA-15. A expectativa é de alta de 0,56% no mês e de 3,81% em 12 meses.
Também será publicada a Nota de Política Fiscal de janeiro, elaborada pelo Banco Central. Em 2025, as contas do setor público consolidado registraram déficit primário de R$ 55,0 bilhões, o equivalente a 0,43% do PIB, resultado superior ao de 2024, quando o déficit foi de R$ 47,6 bilhões (0,40% do PIB). No Governo Central, o saldo negativo chegou a R$ 58,7 bilhões (0,46% do PIB), igualmente maior que o do ano anterior.
Nos Estados Unidos, o Departamento do Trabalho divulga o índice de preços ao produtor (PPI) de janeiro, indicador que mede a variação dos preços no atacado. A projeção é de alta de 0,3% no mês, tanto no índice cheio quanto no núcleo, com variações anuais estimadas em 2,6% e 3%, respectivamente.
No cenário internacional, EUA e Irã avançaram nas negociações sobre a questão nuclear, segundo o mediador Omã, em um contexto de reforço militar americano no Oriente Médio.
No acumulado da semana, o dólar registra queda de 0,71%. No mês, a desvalorização é de 2,07%, enquanto no ano a moeda americana recua 6,37%.
O Ibovespa, por sua vez, acumula alta de 0,25% na semana. No mês, o índice sobe 5,32%, e no ano, 18,54%.
Em Wall Street, os índices futuros operam em baixa nesta sexta-feira, refletindo a forte queda das ações de tecnologia na véspera, com destaque para o desempenho de Nvidia. Os investidores acompanham a reação do mercado enquanto aguardam o dado de inflação ao produtor (PPI) de janeiro, que mostra a evolução dos custos para as empresas.
Por volta das 9h (horário de Brasília), o Dow Jones futuro recuava 0,37%, o S&P 500 futuro caía 0,16% e o Nasdaq futuro tinha baixa de 0,10%.
Na Europa, as bolsas operam em alta, sustentadas por resultados corporativos acima do esperado e pela leitura de novos dados econômicos. O ambiente é positivo a ponto de o mercado europeu renovar recordes e caminhar para o oitavo mês consecutivo de ganhos, mesmo em meio a preocupações com tarifas e impactos de novas tecnologias, como a inteligência artificial.
O índice STOXX 600 avançava 0,3%, aos 635,04 pontos. Na Alemanha, o DAX subia 0,18%. No Reino Unido, o FTSE 100 tinha alta de 0,48%. Na França, o CAC 40 operava com leve recuo de 0,09%.
Na Ásia, os mercados tiveram resultados mistos. Na China, os índices encerraram o pregão praticamente estáveis, mas ainda fecharam a semana em alta, em um movimento de retorno gradual dos investidores após o feriado do Ano Novo Lunar.
Em Xangai, o índice subiu 0,4%, enquanto o CSI300 recuou 0,3%. Em Hong Kong, o Hang Seng avançou 1%. Em Tóquio, o Nikkei teve alta de 0,16%, fechando a 58.850 pontos.
Em Seul, o KOSPI caiu 1%, encerrando o dia em 6.244 pontos. Já em Taiwan, o índice TAIEX permaneceu fechado e não houve negociação.