Salário mínimo sobe para R$ 1.621 em 2026 e reajuste já impacta benefícios do INSS
Aumento de 6,79% (R$ 103) foi definido pelo Decreto 12.797/2025, com base no INPC e no crescimento do PIB, limitado pelo arcabouço fiscal
Após concluir as investigações sobre um episódio no qual o ex-presidente Jair Bolsonaro foi acusado de se aproximar indevidamente de uma baleia jubarte enquanto pilotava uma moto aquática, a Polícia Federal (PF) decidiu não indiciar o político. O fato, ocorrido em São Sebastião, litoral de São Paulo, agora está nas mãos do Ministério Público Federal (MPF), que pode solicitar novas investigações, arquivar o caso ou propor uma denúncia à Justiça Federal.

Detalhes da investigação e possíveis desdobramentos
A controvérsia teve início em junho do ano passado, quando Bolsonaro foi filmado aproximando-se da baleia a uma distância estimada em 15 metros, violando a lei que exige uma distância mínima de 100 metros com o motor ligado. Além do ex-presidente, Fabio Wajngarten, seu assessor e advogado, também envolvido no episódio, não foi indiciado. Bolsonaro, que prestou depoimento por aproximadamente duas horas na sede da PF em São Paulo, teve sua defesa comentada por seu advogado, Daniel Tesser, ao final do interrogatório. Tesser expressou expectativa de arquivamento, defendendo que o ex-presidente tomou as precauções necessárias ao avistar a baleia, conforme estipulado pela legislação.