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Uma jovem de 24 anos foi formalmente indiciada pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) após as investigações concluírem que ela teria matado seu próprio filho recém-nascido, incendiando o corpo da criança ainda com vida em um pasto localizado no município de Ervália, na Zona da Mata mineira.
Foto: Divulgação/Polícia Civil O caso foi registrado em outubro do ano passado, e desde então, um processo investigativo de cinco meses foi conduzido pelas autoridades. Durante esse período, provas decisivas foram coletadas, incluindo exames de DNA que confirmaram a maternidade, além de diversos depoimentos que indicaram que a mulher escondeu a gravidez de todos ao seu redor, inclusive do pai da criança.
Segundo os investigadores, a mulher entrou em trabalho de parto sozinha, dentro de casa, e não buscou qualquer tipo de ajuda. Após dar à luz, levou o recém-nascido até uma área de pasto, onde cometeu o crime brutal: ateou fogo no bebê, que ainda estava vivo. Ao ser interrogada, ela relatou ter sofrido desmaios e afirmou ter dificuldade em lembrar dos detalhes do ocorrido.
A Polícia Civil indiciou a suspeita pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, ambos previstos no Código Penal Brasileiro. As penas somadas podem chegar a até 30 anos de prisão. O inquérito foi concluído e enviado ao Ministério Público, que agora irá analisar o caso e tomar as medidas judiciais cabíveis.