Entenda por que Mounjaro e Wegov podem estar relacionados a mortes por pancreatite
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Depois da morte de 15 detentos no Complexo Anísio Jobim (Compaj), em Manaus, no domingo, 26 de maio, o estado do Amazonas já contabiliza 40 presos mortos em três celas de unidades prisionais. Foram 55 assassinatos somente em dois dias.

Complexo Penitenciário Anísio Jobim -Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Justiça e Segurança Pública informou que vai enviar uma Força-Tarefa de Intervenção Penitenciária (FTIP) para atuar no complexo penitenciário. O governo do Amazonas já fez o pedido de atuação de uma equipe de intervenção no estado. O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) está providenciando os trâmites para a ida da equipe.
Das 40 mortes, 25 aconteceram no Instituto Penal Antônio Trindade (IPAT), outras quatro foram no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), cinco no Centro de Detenção Provisória Masculino de Manaus (CDPM1), e seis pessoas foram mortas na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). Detentos dos pavilhões 3 e 5 se envolveram na confusão e o caso está sendo investigado pela Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap). A briga começou durante o horário de visitação. De acordo com a Seap, os detentos foram atacados com armas feitas de escovas de dentes e também houve mortes por enforcamento. Nenhum dos visitantes ficou ferido. Os assassinatos estão sendo investigados.
Atualizada às 8h53