PL marca convenção em São Paulo para oficializar Flávio Bolsonaro como candidato em 2026
Evento foi anunciado por Valdemar Costa Neto e está previsto para ocorrer na Arena Pacaembu; vice ainda não foi anunciado.
Desde que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) passou a cumprir prisão domiciliar em 4 de agosto, o Solar de Brasília, condomínio onde ele reside, adotou uma série de medidas voltadas à segurança e ao respeito à privacidade dos moradores.
Foto: Agência Brasil
Foto: Condomínio Solar de Brasília/ReproduçãoOutro comunicado, emitido em 6 de agosto, negou boatos de expulsão de moradores e destacou que a entrada e saída de pessoas no local segue de maneira “ordeira e pacífica”, apesar da presença de jornalistas e manifestantes na área externa. O texto informa que a Polícia Militar do Distrito Federal tem atuado apenas na organização do trânsito e no controle da aproximação dos manifestantes, sem necessidade de medidas repressivas.
Além disso, o condomínio avisou que registros audiovisuais enviados por moradores podem ser encaminhados à polícia como prova, e testemunhas presenciais poderão ser indicadas em processos.
Paralelamente, o Supremo Tribunal Federal reforçou a vigilância sobre Bolsonaro. No dia 26 de agosto, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a Polícia Penal do Distrito Federal mantenha monitoramento em tempo integral da residência. A decisão, acatada após parecer favorável da Procuradoria-Geral da República, prevê que a segurança seja realizada sem exposição midiática ou incômodos à vizinhança, cabendo à corporação decidir sobre o uso de uniformes e armas.
O ex-presidente está proibido de receber visitas que não sejam advogados ou pessoas previamente autorizadas pelo STF, além de não poder utilizar celulares, nem mesmo por intermédio de terceiros. Ele responde a acusações de tentativa de golpe de Estado, tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.