Datafolha aponta Flávio Bolsonaro com 52% e Lula com 48% dos votos válidos no segundo turno
Pesquisa para o segundo turno de 2026 mostra 52% a 48% nos votos válidos, dentro da margem de erro de dois pontos.
A Justiça de Minas Gerais condenou 15 pessoas, incluindo policiais civis e despachantes, por envolvimento em um esquema de corrupção dentro do Departamento de Trânsito de Minas Gerais (Detran/MG). As penas somadas ultrapassam 211 anos de prisão, e as multas aplicadas chegam a quase R$ 785 mil.
Foto:Detran-RJ/Divulgação As sentenças são resultado da operação 'Êxodo 23', conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), núcleo de Varginha, em parceria com a Promotoria de Justiça da Comarca de Elói Mendes. Segundo o Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), os envolvidos integravam uma organização criminosa responsável por crimes como corrupção, falsidade ideológica, prevaricação e usurpação de função pública.
O esquema consistia no pagamento de propinas para que policiais civis e servidores do Detran atestassem falsamente vistorias veiculares que não ocorriam, além de acelerar a emissão de documentos e permitir emplacamentos fora do órgão oficial. A pena mais alta chegou a 19 anos e um mês de prisão. Os réus também foram condenados ao pagamento de R$ 200 mil por danos morais coletivos, e os policiais civis perderam seus cargos.
Conforme o MPMG, apenas os colaboradores das investigações tiveram suas penas reduzidas e não precisarão cumprir prisão em regime fechado. Ainda cabe recurso das condenações.
A investigação teve início em 2019, quando foram cumpridos 16 mandados de prisão preventiva e 21 de busca e apreensão nas cidades de Varginha e Elói Mendes. A operação mobilizou 101 agentes, entre policiais militares, civis, promotores e servidores do Ministério Público, além de 25 viaturas. A apuração se estendeu por dois anos e revelou o funcionamento da quadrilha dentro da estrutura pública.