Cabo Carlos Henrique é investigado após vídeo com substância semelhante à cocaína

Militar da PM de Alagoas cumpriu prisão disciplinar, e a corporação apura a conduta, a substância exibida e a presença de uma arma no vídeo.

27/08/2026 às 10:34 por Redação Plox


Um cabo da Polícia Militar de Alagoas (PMAL) é investigado pela Corregedoria da corporação após a divulgação de um vídeo em que aparece supostamente consumindo uma substância semelhante à cocaína sobre o corpo de uma mulher. O militar chegou a cumprir 72 horas de prisão disciplinar e também foi submetido a recolhimento administrativo enquanto o caso é apurado.

Imagem ilustrativa

Imagem ilustrativa

Foto: Canva

O policial foi identificado como Carlos Henrique, lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar, em Arapiraca, no Agreste de Alagoas. Nas imagens que circularam nas redes sociais, uma mulher aparece seminua, com uma arma de fogo presa à roupa íntima. O cabo aparece próximo a ela e aparentemente inala a substância colocada sobre os glúteos da mulher.

Corregedoria apura conduta do militar

A prisão disciplinar por 72 horas começou em 19 de agosto. A medida foi determinada pelo Comando-Geral da PMAL e registrada em boletim da corporação. Além dessa providência, foi instaurado procedimento administrativo para investigar a conduta do policial.

A Polícia Militar informou que adotou as medidas previstas no regulamento disciplinar assim que tomou conhecimento das imagens e afirmou que não antecipa conclusões ou punições antes do encerramento da apuração. A corporação também ressaltou que o militar terá assegurados o contraditório e a ampla defesa.

O vídeo ainda deverá ser analisado no procedimento disciplinar para esclarecer as circunstâncias da gravação, inclusive a natureza da substância exibida e a situação envolvendo a arma de fogo. A identidade da mulher que aparece nas imagens não foi divulgada.

Até as informações públicas mais recentes localizadas nesta quinta-feira (27), não havia sido anunciado o resultado definitivo da apuração da Corregedoria nem eventual punição final ao cabo.

Compartilhar a notícia

V e j a A g o r a