Corregedor do TSE suspende bloqueio e libera canal de Janones no WhatsApp
Decisão provisória permite a retomada das atividades do "Exército do Lula"; caso ainda será analisado pelo plenário do TSE.
Carros de luxo, relógios e até avião são apreendidos pela PF em operação contra produção ilegal de remédio para emagrecer em uma ação deflagrada nesta quinta-feira (27) em quatro estados do país.
A Operação Slim, da Polícia Federal, mira uma quadrilha suspeita de fabricar de forma clandestina o medicamento para emagrecimento Mounjaro, sem licença e fora das regras sanitárias. Entre os alvos estão médicos, donos de clínicas e outros profissionais de saúde.
Carro de luxo e avião apreendidos pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quinta-feira (27), durante a Operação Slim
Foto: Reprodução / GloboNews.
De acordo com a investigação, o grupo manipulava o princípio ativo Tirzepatida, usado no Mounjaro, sem as autorizações exigidas e sem o pagamento de patente, em desacordo com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Operação resulta na apreensão de relógios de luxo
Foto: Reprodução / GloboNews.
No total, a operação foi planejada para cumprir 24 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro.
Os agentes apreenderam carros de luxo, relógios de alto valor e até um avião, que, segundo a PF, estava registrado em nome de um laranja.
Imagens da ação mostram veículos de alto padrão e a aeronave recolhidos na manhã desta quinta-feira, além de coleções de relógios apreendidas em endereços ligados aos investigados.
O médico e autor Gabriel Almeida foi alvo nesta quinta-feira (27) da Operação Slim, da Polícia Federal, em São Paulo
Foto: Reprodução / Redes sociais.
Um dos principais investigados é o médico e escritor Gabriel Almeida, que atende em um consultório instalado em uma mansão no bairro dos Jardins, na Zona Sul de São Paulo.
Com mais de 750 mil seguidores nas redes sociais, o grupo ligado a Almeida é suspeito de produzir e comercializar ilegalmente o composto à base de Tirzepatida como tratamento para emagrecimento, apresentado ao público como se fosse uma atividade regularizada.
A Polícia Federal afirma que o médico vendia o produto e o tratamento por meio das redes sociais.
A investigação, que durou quase um ano, teve início após denúncia da empresa que detém a patente do medicamento, apontando a fabricação e venda clandestinas do produto no país.