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DJ preso injustamente por morte no Rio consola mãe da vítima, que o apontou como autor do crime

28/01/2019

Leonardo Nascimento conseguiu limpar a ficha criminal após passar uma semana detido.

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 Foto: Reprodução/TV Globo

“A senhora é a mãe do Matheus? Ô, senhora, prazer, Leonardo. Eu sinto muito pela perda do seu filho, tá bom? Mas eu espero que a senhora continue firme. A perda de um filho querido é muito grande, entendeu? Em nenhum momento eu julguei a senhora por ter me apontado de alguma forma, entendeu?”, afirmou Leonardo, visivelmente emocionado.

 

A mãe do jovem assassinado ao tentar defendê-la também se emocionou. “Eu sempre pedi a Deus que fizesse justiça, né? E Deus não é injusto e não ia deixar nenhuma injustiça ser cumprida”.

Leonardo foi apontado como um dos bandidos que assaltaram um mercadinho em Barra de Guaratiba no último dia 15. Na ação, Matheus foi baleado ao defender a mãe e morreu. No dia seguinte, a polícia prendeu o DJ, alegando que quatro testemunhas - incluindo a mãe de Matheus -, o reconheceram.

A família conseguiu comprovar a inocência de Leonardo com a ajuda de imagens de câmeras de segurança do condomínio onde mora. Os equipamentos registraram que Leonardo aparecia indo e voltando de um campo de futebol na hora do crime, com uma roupa muito diferente da apontada pelas investigações.




'A circuncisão levou meu filho ao suicídio'

23/04/2019

Alex Hardy, de 23 anos, enviou um e-mail para a mãe explicando por que tinha decidido tirar a própria vida dois anos após ser circuncidado

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"Saiba que eu fui em paz e agora estou em paz, o que era impossível depois desta mutilação. Eu morri em 2015, não foi agora."

Lesley Roberts ficou em choque ao ler o e-mail de despedida do filho, Alex Hardy.


Amor e solidariedade incrementam doações do projeto ‘Bolsa Solidária’

23/04/2019

Alunos do Instituto de Educação Pilar se somam à campanha em prol de mulheres em situação de vulnerabilidade, com doação de mais de 200 bolsas. Público-alvo da iniciativa já é bene

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O projeto ‘Bolsa Solidária’, que tem como uma das principais colaboradoras e incentivadoras a atleta e economista Aline Franco Rocha, primeira-dama de Ipatinga-MG, ganhou novos aliados de peso nos últimos dias. Sensibilizados com a iniciativa, os alunos do Pilar Instituto de Educação também estão apoiando a ação, engrossando as doações de itens de higiene pessoal a mulheres em situação de vulnerabilidade social, o que resultou em mais de 200 unidades recheadas de produtos incorporadas à campanha. 

O projeto ‘Bolsa Solidária’, oficialmente lançado em Ipatinga em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tem como principal objetivo reunir pessoas dispostas a colaborar com a criação, confecção e distribuição de bolsas contendo produtos de higiene pessoal e destinadas a mulheres mais necessitadas. 


Professor de inglês cria curso para alunos transexuais e travestis em igreja no Rio

23/04/2019

O jovem, que é transexual, disse que a ideia do curso surgiu depois que voltou de um intercâmbio no Canadá

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Thiago Projeto inglês para trans-Foto: Arquivo Pessoal/facebook

Thiago é o criador do Projeto Es(trans)geiros - Foto: Arquivo Pessoal

O jovem, que é transexual, disse que a ideia do curso surgiu depois que voltou de um intercâmbio no Canadá e que a proposta do Projeto Es(trans)geiros é ser uma ferramenta de mudança social e para realizar os sonhos daqueles que não têm condições financeiras de aprender a língua. No local, segundo o professor, o ambiente é de segurança e socialização, para que os participantes se sintam à vontade para aprender, sem julgamentos.

De acordo com Thiago, a realidade atual da população trans no país é de sofrimento e marginalização pela sociedade, com cenários de violência e até mortes. “A gente é impedido de acessar o mercado de trabalho e âmbitos educacionais. Só que eu tive o privilégio de aprender, mas a maioria das pessoas trans como eu não teve. Não sou uma regra, sou exceção”.

Projeto inglês para trans- Foto: Arquivo Pessoal

Aulas acontecem desde março, com cerca de 15 participantes- Foto: Arquivo Pessoal

O professor criou um financiamento coletivo (vaquinha) para dar início ao pojeto. O objetivo era arrecadar dinheiro para comprar material escolar e custear as passagens dos alunos. No começo, conseguiu R$ 100, mas depois, pessoas anônimas ajudaram com valores pela internet.

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